Livros e música
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Literatura
2011 – o ano do tradutor
28 dezembro 20114The Observer Londres -
27 dezembro 2011Lidové noviny Praga
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8 dezembro 2011PresseuropThe Wall Street Journal Europe
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Literatura
Bruxelas subsidia Kafka “low cost”
4 novembro 2011PresseuropFrankfurter Allgemeine Zeitung -
16 maio 20112PresseuropAdevarul
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13 maio 20118The Wall Street Journal Europe Bruxelas
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Literatura
Paolo Rumiz, alma sem fronteiras
22 abril 20111Le Figaro Paris -
25 março 20116Frankfurter Allgemeine Zeitung Frankfurt
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Espanha
O flamenco perde o seu “papa”
14 dezembro 2010PresseuropABC -
Literatura
A América descobriu a Europa?
10 dezembro 2010The New York Times Nova Iorque -
Europeu da Semana
Como sobrevivi ao “boom” irlandês
24 novembro 20101The Times Londres -
9 novembro 2010PresseuropLibération
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Literatura
“Millennium”, um espelho deformador
6 julho 20101Fokus Estocolmo -
Portugal
Polémica na homenagem a Saramago
21 junho 2010PresseuropPúblico -
16 junho 2010PresseuropJyllands-Posten
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Literatura
O romance europeu ou um baile de máscaras
4 junho 20102El País Madrid -
28 maio 20102Irish Independent Dublin
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Cultura
Conta a corrente do “mainstream”
23 abril 20104Rue89 Paris -
25 março 2010PresseuropLibération
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Literatura
O mais autêntico dos falsos Shakespeare
16 março 2010PresseuropThe Daily Telegraph -
Europeia da semana
Florence Aubenas, investigar a crise por dentro
26 fevereiro 2010Le Monde Paris -
A europeia da semana
Helene Hegemann, a arte do corta-e-cola
11 fevereiro 20104Berliner Zeitung Berlim -
Literatura
“Max Havelaar”, anticolonial há 150 anos
30 dezembro 20091Trouw Amsterdam -
Literatura
Saramago não é fã da Bíblia
22 outubro 2009PresseuropDiário de Notícias -
Ideias
O Vaticano reabilita Marx
22 outubro 2009PresseuropThe Times -
Literatura
Herta Müller, um Nobel contra as ditaduras
9 outubro 2009Presseurop -
Rehabilitação
Igreja "apropria-se" de Oscar Wilde
17 julho 2009PresseuropThe Times -
15 julho 2009PresseuropHandelsblatt
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Literatura
Holandeses choram um dos seus grandes poetas
13 julho 2009PresseuropDe Volkskrant -
Multiculturalidade
Fake Oddity, uma ponte entre a França e a Turquia
3 julho 2009Cafebabel.com Paris -
30 junho 2009Presseurop
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23 junho 20091PresseuropABC
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Cultura
Uma constituição que rima
16 junho 20092Evenimentul Zilei Bucarest -
Holanda
O regresso de Anne Frank
12 junho 2009PresseuropTrouw -
Tradução
Um hino ao multilinguismo
4 junho 20094Libération Paris
Com o sucesso mundial de Stieg Larsson e Haruki Murakami, a tradução não desfrutava de tamanho surto há mais de uma geração. Mas será que alguma vez vai atingir esse Santo Graal da perfeita fidelidade ao original?AC
Publicaram Václav Havel e todos os outros escritores da Checoslováquia proibidos pelo regime comunista. Há 40 anos, Zdena e Josef Škvorecký fundaram em Toronto uma das editoras mais importantes da resistência na Europa de Leste.
Considerada frequentemente como uma manifestação menor, o festival da Eurovisão apaixona os académicos, que descodificam a “nova Europa” através deste concurso popular.
Viajante, escritor e jornalista. Italiano, balcânico e um pouco eslavo. Paolo Rumiz é tudo isto ao mesmo tempo, ele que atravessou as convulsões da Europa e as conta de maneira muito pessoal.
As instituições europeias são um monstro burocrático que devora os cidadãos, afirma o ensaísta alemão Hans Magnus Enzesberger no seu livro mais recente, exortando os europeus a enfrentá-lo.
Com a ajuda de editoras independentes e com a produção de agências e institutos culturais do Velho Continente, a literatura europeia começa finalmente a revolucionar os Estados Unidos da América, um país que tradicionalmente evita a literatura traduzida.
O escritor irlandês Julian Gough passou os anos do Tigre Celta com pouco mais do que amor e uma cabana. Agora a residir em Berlim, aqui fica a sua história sobre manter-se cético (e sem chavo), enquanto o resto do país enlouquecia (e rebentava) com a febre do imobiliário.
A social-democracia sueca ainda existe ou morreu definitivamente às mãos da saga “Millennium”, que descreve uma sociedade corrompida, depressiva e violenta? O biógrafo de Stieg Larsson colocou a questão a outros dois mestres do policial local.
Será possível escrever uma obra de ficção que resuma os ambientes literários de vários países europeus? A acreditar no escritor espanhol Félix de Azúa, foi isso que fez o jovem e talentoso Patricio Pron, em "El comienzo de la primavera".
O festival da Eurovisão não é apenas uma feira pirosa e popularucha, defende a irlandesa Martina Devlin. É também uma oportunidade para olharmos para os países com quem temos hoje ligações inextrincáveis.
A Europa já não vai a par com o superpoder cultural americano. Em vez dela, países como a China, a Índia ou o Brasil difundem o seu imaginário. É tempo de reagir, previne um livro publicado em França, sob pena de o Velho Continente ficar à margem da evolução do mundo.
Ex-refém no Iraque, a jornalista Florence Aubenas mergulhou durante seis meses no mundo do trabalho precário. Conta essa experiência num livro que revela uma realidade mal conhecida na Europa.
O nome que simboliza o Comércio Justo provém do herói de um romance holandês. Publicado em 1859, o livro “Max Havelaar” sobre a opressão colonial na Indonésia permanece actual, com um estilo vanguardista que sempre desconcertou os leitores.
Laureada em 8 de Outubro, a escritora alemã de origem romena mantém dentro de si a memória de várias Histórias europeias. A imprensa dos dois países saúda o reconhecimento de uma autora que escreve sobre os conflitos contemporâneos.
O grupo de rock Fake Oddity nasceu em Lyon fruto do encontro entre um jovem francês e um estudante turco, e quer fazer o pleno na mostra turca que decorre este mês em França: Concertos de grupos turcos, contos e encontros para derrubar barreiras culturais.
Acontecimento planetário, a morte de Michael Jackson foi capa de quase todos os jornais europeus. Em cada país, recorda-se o génio artístico do rei da pop, mas também o seu lado sombrio senão mesmo trágico. Selecção das melhores Primeiras Páginas.
É difícil explicar aos europeus o projecto de constituição? Não seja por isso. Um colectivo de artistas reescreveu o texto em verso com algumas adaptações criativas. Criativo e ... surrealista.
Ao traduzir o seu último ensaio, o filósofo e jurista belga, François Ost, canta um hino ao multilinguismo, a única alternativa à hegemonia do "inglês globalizante".