Urbanismo
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Museu
Antuérpia aposta no MAS
20 maio 2011De Morgen Bruxelas -
Urbanismo
Viver debaixo de terra, para viver feliz
14 abril 20111Polityka Varsóvia -
Uma cidade na Europa
Bucareste, a nostalgia dos anos dourados
13 abril 2011Dilema Veche Bucareste -
Cidades
Aqui, os pobres não entram
1 dezembro 20103Süddeutsche Zeitung Munique -
Urbanismo
A metamorfose de Praga
25 outubro 2010Hospodářské noviny Praga -
12 março 20101La Vanguardia Barcelona
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Países Baixos
Philips volta a fazer brilhar Eindhoven
6 janeiro 2010De Volkskrant Amesterdão -
Espanha
Abaixo a economia do tijolo
2 novembro 2009PresseuropABC -
19 outubro 2009PresseuropDe Standaard
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Urbanismo
Leipzig volta a acordar
29 junho 2009Trouw Amsterdam
Inaugurado em 17 de maio, o novo museu da metrópole flamenga provoca comentários, sobretudo pela sua arquitetura. Mas será capaz de mudar a cidade, como pensam os seus criadores? O urbanista Filip Canfyn duvida.
Na Escandinávia, na costa oriental do Báltico e nos estreitos a ocidente, constrói-se de tudo debaixo do solo: estradas, túneis e até grandes centros comerciais, para espanto do semanário Polityka.
Apelidada "Pequena Paris", a capital romena torna-se todos os dias um pouco mais feia, devido a obras tão faraónicas como desprovidas de sentido. No entanto, escreve o urbanista Teodor Frolu, alguns lugares mantiveram o seu encanto e não seria preciso muito para devolver o rosto humano à cidade.
Viver atrás de portas de segurança, num ambiente confortável e idealizado: esta tendência vinda de África e das Américas está a desenvolver-se na Europa, particularmente na Alemanha. Mas nem toda a gente gosta disto.
Ativistas dos movimentos ecológicos dedicam grande parte da sua atividade à proteção do interior, mas a sustentabilidade futura das cidades em termos de poluição estética irá ser uma prioridade ainda maior, afirma o filósofo britânico, Roger Scruton, citando Praga – o "centro espiritual da Europa" – como o exemplo perfeito.
O projecto de renovação urbana da capital grega está a sofrer as consequências do plano de austeridade aprovado no início de Março pelo Governo, para remediar o estado calamitoso das finanças públicas. Não havendo dinheiro, será preciso seguir por outras vias, a começar pelo combate à invasão de automóveis e ao desenvolvimento urbano caótico.
Como outras cidades da antiga Alemanha do Leste, Leipzig viu partir muitos dos seus habitantes após a queda do Muro de Berlim. Actualmente, alguns dos bairros industriais estão a ser recuperados e a cidade quer crescer com uma nova classe média – que chega atraída pelas rendas acessíveis – e uma população mais desfavorecida que sempre ali viveu.