Tratado de Lisboa
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Comissão Europeia: Estados querem manter os seus comissários
21 maio 20136813PresseuropDer Spiegel -
Editorial: E agora?
9 dezembro 2011592Presseurop -
Revoluções árabes: Façam o que eu digo, não façam o que eu faço
24 fevereiro 20113522 Frankfurter Rundschau Frankfurt -
Parlamento Europeu: Deputados viram costas a Estrasburgo
11 fevereiro 201151PresseuropDe Standaard -
Inovação: Europa atrasada nas ciências
3 fevereiro 201198 El País Madrid -
Direitos Humanos: A consciência da UE
31 janeiro 2011601 NRC Handelsblad Amesterdão -
Dinamarca: Tratado de Lisboa vai a tribunal
12 janeiro 2011PresseuropBerlingske -
Editorial: A meio do vau
17 dezembro 201024Presseurop -
Tratado de Lisboa: Um ano... e já está velho
1 dezembro 2010591 El País Madrid -
Euro: Socorro, Lisboa está de volta!
29 outubro 2010831 Presseurop -
Editorial: Um trabalho sem fim
29 outubro 201045Presseurop -
Alargamento: Um dia a Turquia conduzirá a UE
28 setembro 20102535 Die Presse Viena -
República Checa: Derrogação de Klaus posta em causa
27 setembro 2010PresseuropLidové noviny -
Comissão Europeia: Barroso falou muito, mas disse pouco
8 setembro 2010361 Presseurop -
Editorial: O estado duplo da União
3 setembro 201015Presseurop -
Que futuro para a Europa? / 10: Uma União Europeia multipolar
29 julho 201035 Gazeta Wyborcza Varsóvia -
Instituições: Eurodeputados atestam o seu poder
23 junho 2010PresseuropLe Monde -
Crise grega: E tu, José?
26 maio 2010PresseuropDziennik Gazeta Prawna -
União Europeia : Todos contra Lady Ashton
26 fevereiro 2010272 Presseurop -
Crise económica : A Europa zangada sai à rua
24 fevereiro 2010242 The Independent Londres -
Editorial: Não contemos com Obama
5 fevereiro 2010Presseurop -
Instituições: Um milhão de europeus vai poder propor leis
20 janeiro 2010583 El País Madrid -
Moldávia: Primeiros passos para a União
13 janeiro 2010PresseuropTimpul -
União Europeia: Madrid à prova com a presidência
4 janeiro 2010Presseurop -
Editorial: Feliz Ano Novo, apesar de tudo
4 janeiro 2010Presseurop -
Pós COP15: Fazer-se ouvir através da Europa
23 dezembro 2009PresseuropLe Soir -
Parlamento Europeu: Ver Estrasburgo e morrer de tédio
18 dezembro 2009151 La Repubblica Roma -
Editorial: A Leste, nada de novo
11 dezembro 2009Presseurop -
Instituições: Um pouco de ambição, por favor
1 dezembro 2009Dziennik Gazeta Prawna Varsóvia -
Conselho Europeu: Herman e Catherine quê?!
20 novembro 200965 Presseurop -
Reino Unido: Eurocépticos têm medo do "palhaço"
19 novembro 2009PresseuropDaily Express -
UE-Rússia: A Suécia no xadrez do Báltico
18 novembro 2009PresseuropSvenska Dagbladet -
Instituições europeias: Onde param as mulheres?
17 novembro 200921 La Stampa Turim -
União Europeia: O Triunfo do conformismo
11 novembro 2009233 The Observer Londres -
Reino Unido: Fazer bluff com a soberania
6 novembro 2009The Guardian Londres -
Diplomacia: Uma voz para a Europa, mas qual?
5 novembro 2009131 El País Madrid -
Tratado de Lisboa: Foi assinado, viremos a página
4 novembro 200920 Presseurop -
Tratado de Lisboa: Cameron recua na promessa “cunhada em ferro” de um referendo
3 novembro 2009PresseuropThe Daily Telegraph -
Presidência da UE: Combate dos chefes: primeiro round
29 outubro 20091 Presseurop -
Editorial: Desunida e muda
23 outubro 2009Presseurop -
Editorial: Václav, o terrível
16 outubro 2009Presseurop -
Diplomacia: UE quer um lugar da ONU
15 outubro 20092 La Stampa Turim -
Comissão Europeia: Algumas pastas e várias prendas
14 outubro 2009Presseurop -
Europa após Lisboa/4: O 'cargo dourado' de Alto Representante Europeu
12 outubro 2009The Daily Telegraph Londres -
República checa: O que fazer de Vaclav Klaus?
12 outubro 2009PresseuropLidové noviny -
Depois de Lisboa: Não aos Europigmeus, sim a um Euroblair
9 outubro 2009PresseuropThe Economist -
A Europa após Lisboa/3: Europa, museu ou laboratório?
8 outubro 2009El País Madrid -
Hachfeld, Neues Deutschland (Berlim): Um pequeno esforço
7 outubro 2009 -
A Europa após Lisboa / 2: Europa tem o mundo ao alcance da mão
7 outubro 200926 Financial Times Londres -
A Europa após Lisboa / 1: O improvável George Washington europeu
6 outubro 2009Le Monde Paris
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Mentirosos, trapaceiros ou mesmo imorais, e frequentemente irresponsáveis. Os dirigentes europeus estão hoje mal colocados para fazer vingar os valores da UE junto dos revoltosos do mundo árabe, denuncia o Frankfurter Rundschau.
Numa altura em que os objetivos de Lisboa, em matéria de inovação, foram adiados para 2020, as grandes universidades europeias dizem que a investigação está excessivamente dependente do setor financeiro.
O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH), em Estrasburgo, é acusado de interferir em assuntos que não são da sua conta. Rick Lawson defende que, apesar disso, este tribunal é indispensável à UE.
Mal entrou em vigor, a 1 de dezembro de 2009, o novo funcionamento da União Europeia viu-se a braços com a crise. Mas, com o tempo, escreve um editorialista espanhol, as suas vantagens serão cada vez mais visíveis.
Porquê rever um tratado que entrou em vigor no ano passado? Após a decisão tomada pelos Vinte e Sete, destinada a consolidar a moeda única, a imprensa europeia mostra-se mais que reservada.
A Turquia ainda nem sequer é membro da UE, mas o vice-primeiro-ministro turco, Ali Babacan, já reivindica um papel de primeiro plano para o seu país. E com o seu crescimento económico e demográfico, arrisca-se mesmo a consegui-lo, escreve Die Presse.
O primeiro discurso sobre o estado da União, do chefe do executivo de Bruxelas, era muito esperado. Mas enquanto a UE sai lentamente da crise, as palavras denotam falta de ambição, lamenta a imprensa europeia.
Com os países a seguirem os seus interesses nacionais, com a França e a Alemanha competindo pelas melhores posições e com as principais decisões a serem tomadas em reuniões informais, as divisões dentro da UE estão-se a aprofundar, defende Marek Cichocki, filósofo polaco e perito em assuntos europeus.
Face aos despedimentos e às previsões sombrias de uma paragem na recuperação da economia europeia, o continente enfrenta uma onda inaudita de agitação laboral. De Dublin a Atenas, os manifestantes contestam os cortes orçamentais e as reduções salariais.
O recente Tratado de Lisboa autoriza iniciativas populares, a partir de um milhão de assinaturas. Mas este número não basta para enquadrar o novo instrumento de democracia participativa.
A Espanha assume a liderança da UE por seis meses com dois objectivos: encontrar uma resposta para a crise económica e aplicar o Tratado de lisboa. Mas os diários El País e El Mundo estão muito divididos sobre as hipóteses de sucesso de um Governo enfraquecido.Debate.
Embora os seus poderes tenham sido alargados, o trabalho dos eurodeputados revela-se maçador, das votações de emendas à preparação de reuniões. O dia típico de um parlamentar é de luta incessante contra o aborrecimento.
Agora que o Tratado de Lisboa entra em vigor, a UE vai ter de assumir as suas responsabilidades, se quiser desempenhar um papel no mundo. Mas o sinal enviado pelas nomeações dos novos dirigentes não vai nesse sentido, lamenta o politólogo polaco Aleksander Smolar.
Maioritárias entre a população europeia, as mulheres estão sub-representadas nos cargos chave das instituições. No momento em que os 27 se reúnem para designar as personalidades que irão ocupar as mais altas funções na União, as mulheres pedem que a paridade seja respeitada.
Vinte anos após a queda do Muro, a esperança então surgida foi asfixiada por uma União Europeia que se esforça “por padronizar os comportamentos e as atitudes”, afirma Henry Porter no The Observer.
Os opositores ao Tratado de Lisboa afirmam há muito que o Tratado é o toque de finados para os governos nacionais. Mas quando se trata da alta finança e do sistema bancário, a soberania não tem grande importância para eurocépticos como os conservadores britânicos, afirma Seumas Milne, no Guardian.
O Tratado de Lisboa prevê a criação de um corpo diplomático comum para os 27, sob a alçada de um Alto Representante. Mais esta bela ideia esbarra num pequeno problema: os Estados e as diferentes instituições disputam o direito de o dirigir.
Após a sua assinatura pelo Presidente checo, é agora certo que o Tratado de Lisboa entrará em vigor no próximo dia 1 de Dezembro. É óbvio que a UE passará a dispor de instrumentos para funcionar melhor mas o texto não servirá de nada se os dirigentes não alterarem o seu comportamento, adverte a imprensa europeia.
O tema não constará da agenda da reunião do Conselho Europeu que terá início a 29 de Outubro, em Bruxelas, mas vai estar presente em todos os espíritos. Quem será o próximo rosto da UE? A voz do célebre "número de telefone" que Henry Kissinger procurou em vão? A imprensa europeia faz as suas apostas.
Para o novo Governo alemão, o objectivo de Berlim não é já obter um lugar permanente para a Alemanha no Conselho de Segurança das Nações Unidas, mas para a União Europeia. Entretanto, o ex-embaixador italiano na ONU Francesco Paolo Fulci explica como a UE pode pesar mais nas decisões do Conselho.
Para satisfazer todos os potenciais candidatos a um lugar na futura Comissão, o seu presidente está a criar novas pastas. Mas o valor dos cargos pode medir-se pelo número de objectos recebidos ao longo do mandato, brinca a Imprensa.
Com a ratificação transfronteiriça iminente do Tratado de Lisboa, Con Coughlin salienta, no Daily Telegraph, o facto de o papel de Tony Blair ser quase exclusivamente protocolar, mesmo que o antigo primeiro-ministro britânico venha a ser apontado para o cargo de primeiro Presidente da União Europeia (UE). O verdadeiro poder ficará todo concentrado nas mãos do Alto Representante para a Política Externa e de Segurança Comum.
Depois de definitivamente ratificado, o Tratado de Lisboa deverá dar à UE os meios para concretizar as suas ambições políticas e económicas. Falta apenas que tenha a coragem de correr riscos, adverte Moisés Naím, chefe de redacção do mensário americano Foreign Policy, que coloca igualmente a pergunta: deverá a Europa ser um museu ou um laboratório.
Há quem argumente que, fortalecida pela aprovação do Tratado de Lisboa pela Irlanda, a União Europeia poderá estar agora em vias de se transformar numa superpotência mundial. O meio para concretizar essa ambição é a nova plataforma oferecida pelo G20, escreve Gideon Rachman no Financial Times.
Consolidée par le oui irlandais au traité de Lisbonne, l'Union européenne serait désormais sur le point de se transformer en superpuissance planétaire. Pour cela, elle peut se servir de la nouvelle tribune internationale, espère l'éditorialiste du Financial Times Gideon Rachman.
O ‘SIM’ irlandês ao Tratado de Lisboa relança o debate sobre o futuro presidente da União Europeia. Porém, os 27, que nem sempre falam a uma só voz, estão longe de encontrar um homem providencial que represente a Europa, estima o Le Monde.