solidariedade
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Quem teme a Alemanha? / 5
A nossa família terrivelmente linda
25 novembro 201119Die Zeit Hamburgo -
30 agosto 2010Presseurop
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Crise
Há que salvar Atenas
26 janeiro 20103La Stampa Turim -
Polónia-República Checa
O espírito de 1989 sopra no underground
2 novembro 2009Respekt Prague -
Estónia
Solidariedade à moda da Estónia
29 julho 20091Postimees Talin -
Ideias
Homenagem a três pensadores
23 julho 2009PresseuropThe Guardian -
16 junho 2009Le Monde Paris
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4 junho 20091Presseurop
Pais severos, ovelhas negras e amor implacável: esta é a família europeia. E, para o jornalista do Die Zeit que lhe traça o retrato, este modelo histórico de solidariedade deverá ser defendido.
O Solidariedade – um movimento popular que contava com quase 10 milhões de apoiantes em 1981 e, hoje, um sindicato com menos de 600 mil membros – vai comemorar o 30.º aniversário do "Acordo de agosto" de 1980, que levou à criação da primeira organização sindical independente do bloco dominado pela União Soviética. O aniversário suscitou um vivo debate na imprensa polaca.
Os problemas macroeconómicos da Grécia preocupam as autoridades europeias, que consideram que o facto de a Grécia fazer parte da Zona Euro contribui para reduzir a credibilidade da moeda europeia e das autoridades que a deixaram entrar para, depois, se mostrarem incapazes de controlar o seu comportamento.
Em Outubro de 1989, alguns artistas underground polacos e checoslovacos reuniram-se em Wroclaw, num festival da cultura independente. Vinte anos mais tarde, nesta cidade polaca e em Praga, uma exposição e um concerto fazem reviver o espírito dessa solidariedade entre resistentes ao regime comunista da área da cultura.
Os estónios são comunicativos se estiverem em causa problemas nacionais, como o são durante as festas locais. Já no quotidiano comunicam pouco entre si e é provavelmente por isso que fazem parte dos europeusa menos felizes, explica o diário Postimees
Numa crónica publicada em Le Monde, o sociólogo e filósofo francês Edgar Morin apela a uma mudança civilazacional,capaz de dar outra importância ao amor, à solidariedade e à poesia. Para ele só a ecologia política será capaz de corporizar tal projecto.
Na altura em que a Polónia comemora 20 anos de independência política, os sentimentos são mistos. Enquanto o Gazeta Wyborcza ergue a taça a uma Polónia livre, “partilhada por todos”, Pawel Lisicki, no Rzeczpospolita, lastima “os tempos de amnésia e de fraqueza do sentido do dever cívico”.