Presidência da UE
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3 janeiro 2012Le Vif/L’Express Bruxelas
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Conselho Europeu
A Dinamarca, um pequeno presidente para grandes desafios
2 janeiro 20126Politiken Copenhaga -
Turquia-Chipre
Ancara abre conflito com a Europa
19 setembro 20111PresseuropLa Stampa -
Presidência da UE
Os polacos em plena confiança
4 julho 20111Respekt Prague -
Presidência da UE
A Polónia ambiciosa e solidária
30 junho 20112Polityka Varsóvia -
Presidência da UE
DSK e Grécia frustram os planos de Varsóvia
17 maio 2011PresseuropDziennik Gazeta Prawna -
Presidência da UE
Logótipo polaco causa controvérsia
11 maio 20111PresseuropRzeczpospolita -
Bélgica
Um Governo, para quê?
17 fevereiro 20111De Standaard Bruxelas -
Hungria
A fratura magiar
1 fevereiro 20111Respekt Prague -
1 fevereiro 2011Népszabadság Budapeste
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Presidência da UE
Estreia caótica de Viktor Orbán
20 janeiro 2011PresseuropNépszabadság -
Presidência da UE
Que fazer com a Hungria?
7 janeiro 20115The Economist Londres -
Presidência da UE
O otimismo chegará para salvar o euro?
3 janeiro 2011PresseuropFrankfurter Allgemeine Zeitung -
Dez olhares sobre a Europa | 8
No paraíso das negociações
31 dezembro 2010Presseurop -
Bélgica
Viva a “atitude Van Rompuy”!
23 dezembro 20102PresseuropLe Soir -
Política
O nosso futuro está no Leste
9 novembro 2010Jyllands-Posten Aarhus -
Editorial
Benesse
2 julho 2010Presseurop -
Reino Unido
Eurocépticos têm medo do "palhaço"
19 novembro 2009PresseuropDaily Express -
Presidência da UE
Van Rompuy, o homem que todos disputam em Bruxelas
3 novembro 2009PresseuropLa Libre Belgique -
Editorial
À procura de rainha?
30 outubro 2009Presseurop -
Presidência da UE
Combate dos chefes: primeiro round
29 outubro 20091Presseurop -
Depois de Lisboa
Não aos Europigmeus, sim a um Euroblair
9 outubro 2009PresseuropThe Economist -
Reino Unido
Tony Blair, o homem forte da Europa?
24 setembro 2009PresseuropThe Independent -
Comunicação
Três Estados, Um só Logótipo
9 julho 2009PresseuropLa Vanguardia -
Presidência da UE
O ambiente vai ter de esperar
30 junho 20091Fokus Estocolmo -
Presidência da UE
Checos perderam comboio da presidência
18 junho 2009Mladá Fronta DNES Praga
Em plena crise da dívida, é um pequeno país que não pertence à zona euro quem assegura durante seis meses a presidência rotativa da União Europeia. Cabe a Copenhaga aproveitar esta localização marginal para desempenhar o papel de mediador de uma comunidade que está a desfazer-se, alvitra o jornal diário Politiken.
Capital em mutação, estradas em construção e campanhas subsidiadas: o país que acaba de assumir a presidência da União Europeia está a fabricar uma nova imagem de si próprio e torna-se menos pró-americano e mais eurófilo. Reportagem.
A 1 de julho, a Polónia passa a presidir à UE. O principal jornal diário de Varsóvia acredita que, graças à sua bem-sucedida transformação política e económica, ela poderá ajudar a Europa a sair da crise.
Os belgas provaram-no: um país pode tranquilamente continuar a existir sem Executivo, oito meses após as eleições. Um Governo só de gestão dos assuntos correntes apresenta mesmo inúmeras vantagens, considera De Standaard.
Que se passa em Budapeste? Agora que a Europa se interroga sobre a política nacionalista do governo de Viktor Orbán, o semanário checo Respekt foi à procura de intelectuais e jornalistas. O resultado foi uma sociedade dividida entre campos irreconciliáveis.
Enfrentando o resto da Europa, o primeiro-ministro húngaro elogia a fibra contestatária dos seus compatriotas contra os poderes externos. Mas nem sempre funciona, como sublinha o diário Népszabadság.
No momento em que a Hungria assume a presidência rotativa da UE, muitos receiam que o seu Governo realize uma viragem antidemocrática. Mas haverá alguma coisa que a União Europeia possa fazer?, pergunta The Economist.
É a grande, a mais bela ideia da UE: sentar-se à mesa a dialogar, com tolerância e estilo. E não importa se o mundo avança mais depressa do que as nossas discussões. A defesa do modelo europeu pelo historiador romeno Mircea Vasilescu.
Os europeus do Ocidente, em geral, e os dinamarqueses, em especial, têm grande dificuldade em libertar-se dos estereótipos negativos sobre os concidadãos europeus do Leste. E contudo, em 2011 cabe à Hungria e depois à Polónia a presidência da UE, as quais revelam mais projetos do que a Dinamarca, que lhes sucederá, constata um colunista dinamarquês.
O tema não constará da agenda da reunião do Conselho Europeu que terá início a 29 de Outubro, em Bruxelas, mas vai estar presente em todos os espíritos. Quem será o próximo rosto da UE? A voz do célebre "número de telefone" que Henry Kissinger procurou em vão? A imprensa europeia faz as suas apostas.
Estocolmo queria que a preparação do pós-Quioto fosse a grande bandeira da sua presidência da UE. A crise económica trocou-lhe as voltas, obrigando à definição de novas prioridades.
A República Checa foi muito falada durante os seis meses em que presidiu à UE. Na opinião do politólogo, Lukáš Macek, foi o seu eurocepticismo e a sua falta de ambição que mais caracterizaram esta presidência.