Nicolas Sarkozy
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França: “Caso Bettencourt: Sarkozy indiciado”
22 março 2013384PresseuropLibération -
Um ano em cartoons: É a minha vez, Nicolas
25 dezembro 201243 Svenska Dagbladet Estocolmo -
França: Adeus
7 maio 201254 Le Temps Genebra -
França: A eleição de Hollande altera o jogo na Europa
7 maio 20127711PresseuropThe Guardian, Frankfurter Rundschau, Corriere della Sera & 4 outros -
França: Será este o homem mais perigoso da Europa?
27 abril 20122199229 The Economist Londres -
França: Em estado de choque
20 março 201245 Le Monde Paris -
França: Maratona presidencial
19 março 201229 Le Soir Bruxelas -
França: Sarkozy em campanha contra Schengen
12 março 20129411PresseuropLe Figaro, Libération, Mediapart & 2 outros -
Ficção: Guia do viajante da crise do euro
2 março 201234410 Cicero Berlim -
França-Alemanha: Merkel quer salvar o seu par
7 fevereiro 201277PresseuropLibération, Le Figaro, Le Monde & 2 outros -
Economia: Sarkozy fascinado pelo modelo alemão
2 fevereiro 201210815PresseuropLe Monde, Le Figaro, La Croix, Libération -
Hungria: A Europa subterrânea
26 janeiro 201235 Cicero Berlim -
Zona euro: França na segunda divisão
16 janeiro 20125111 Le Monde Paris -
Crise da dívida: Monti atrapalha “Merkozy”
12 janeiro 20128155PresseuropDer Spiegel, Frankfurter Allgemeine Zeitung, La Repubblica & 2 outros -
Crise do euro: A batalha continua
12 janeiro 201283 De Groene Amsterdammer Amesterdão -
Union européenne: Compre o seu calendário para 2012!
30 dezembro 201191 24 heures Lausana -
Euro: Nasceu a moeda divina
26 dezembro 201154 Neues Deutschland Berlim -
Revista de imprensa: França-Turquia: o genocídio que irrita
23 dezembro 201112213PresseuropYeni Şafak, Milliyet, Zaman & 3 outros -
Diplomacia: O número de telefone da Europa
22 dezembro 201173 Liberté Argel -
Crise da dívida: Entente discordiale
19 dezembro 201174 -
Editorial: Eleger a Comissão
16 dezembro 2011673Presseurop -
Editorial: E agora?
9 dezembro 2011592Presseurop -
Cimeira europeia: Um alto preço a pagar pela união
9 dezembro 201135121 Die Zeit Hamburgo -
Crise da dívida: Sarko, Merko, Euro
8 dezembro 201140 The New York Times Nova Iorque -
Zona euro: O inquietante poder das agências de notação
7 dezembro 201120313 Libération Paris -
Revista de imprensa: Quem quer seguir Merkel e Sarkozy?
6 dezembro 201111521PresseuropAdevărul, Rzeczpospolita, Postimees & 4 outros -
França-Alemanha: O regresso dos velhos demónios
5 dezembro 201112327 Les Echos Paris -
Revista de imprensa: O euro não tem descanso
28 novembro 201113015PresseuropDie Welt, El Economista, La Tribune & 3 outros -
Quem teme a Alemanha? / 5: A nossa família terrivelmente linda
25 novembro 201125919 Die Zeit Hamburgo -
Editorial: “Merkozy” já não está só
25 novembro 2011753Presseurop -
Austeridade: Passar o vau
23 novembro 201136 Trouw Amesterdão -
Crise da zona euro: Grupo de Frankfurt, o esquadrão de intervenção da Europa
16 novembro 201146511 The Spectator Londres -
Crise do euro: A luz ao fundo do túnel
11 novembro 201139 De Volkskrant Amesterdão -
Grupo de Frankfurt: Um “novo governo fantasma”
10 novembro 2011582PresseuropEl Mundo -
Editorial: TINA no comando
4 novembro 2011552Presseurop -
Grécia: A centelha democrática
4 novembro 201181 The Economist Londres -
Alemanha/UE: Hegemonia a contragosto
3 novembro 20111118 Die Zeit Hamburgo -
Editorial: Tem-te maria, não caias
28 outubro 2011482Presseurop -
Política: A família UE
27 outubro 201190 The Guardian Londres -
Crise da dívida: Tintim no país dos euros
24 outubro 201174 Le Soir Bruxelas -
Cimeira europeia: Roma, o bode expiatório ideal
24 outubro 2011837 Corriere della Sera Milão -
Revista de imprensa: Angela, o único patrão a bordo
24 outubro 20111217Presseurop -
Crise na zona euro: Enterramos a ideia federal
21 outubro 20111285 Le Figaro Paris -
Editorial: Outono decisivo
21 outubro 201129Presseurop -
Euro: Os salvadores
18 outubro 201177 De Groene Amsterdammer Amesterdão -
Crise da dívida: A ronda infernal
13 outubro 201155 NRC Handelsblad Amesterdão -
Crise da zona euro: Kohl e Mitterrand não fariam melhor do que “Merkozy”
10 outubro 20111022 De Volkskrant Amesterdão -
Bancos: Bicefalia
10 outubro 201148 NRC Handelsblad Amesterdão -
Grèce: Morte em boa saúde
19 setembro 201164 Trouw Amesterdão -
Grécia: Evitar mais cortes
12 setembro 2011185 Kommersant Moscovo
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A maioria dos jornais europeus saúda a vitória do candidato socialista nas eleições presidenciais francesas, mas sublinha que, entre os desafios que o esperam, o mais importante é o das relações com a Alemanha e a sua atitude em relação ao pacto orçamental decidido pelo seu antecessor, Nicolas Sarkozy, e pela chanceler Angela Merkel.
O candidato socialista está à beira de se tornar o próximo Presidente francês, mas a sua recusa em introduzir reformas seria má para o seu país e, sobretudo, para a Europa, afirma o semanário londrino.
A Europa tem de renegociar os acordos sobre livre circulação ou a França deixará de os aplicar. Lançado em plena campanha eleitoral, este ultimato do Presidente francês é visto mais como uma posição eleitoralista do que como uma verdadeira viragem política.
E se a crise do euro for apenas um teste em tamanho natural, elaborado por um súper computador que governa o planeta? O humorista berlinense Horst Evers aplica as regras dos universos paralelos, imaginadas por Douglas Adams, à situação atual. E a Humanidade não sai vitoriosa desta prova.
A 80 dias da primeira volta das presidenciais francesas, a chanceler alemã entrou em campanha eleitoral ao lado de Nicolas Sarkozy, o seu mais precioso aliado na Europa. Uma atitude arriscada, segundo opiniões nas duas margens do Reno.
O Presidente francês, que irá muito provavelmente candidatar-se à re-eleição, parece determinado a propor um projeto económico decalcado do modelo germânico. Uma estratégia que surpreende a imprensa francesa.
Ao descer a notação financeira da França, a 13 de janeiro, a Standard & Poor's causou uma surpresa dupla: Nicolas Sarkozy e os seus adversários na corrida às eleições presidenciais ficam ainda mais sujeitos à pressão dos mercados e a Europa está mais do que nunca dividida entre Norte e Sul.
Depois de Nicolas Sarkozy, no dia 9 de janeiro, chegou a vez de Mario Monti se dirigir a Berlim, no dia 11 para discutir com Angela Merkel o resgate da zona euro. Este obteve o apoio da chanceler e defendeu uma abordagem menos rígida da crise.
A primeira fase de aprovação de um projeto de lei que criminaliza a negação em França do genocídio arménio irritou Ancara. Se a imprensa francesa se manifesta bastante crítica em relação a esta iniciativa, as reações são menos contidas do lado turco.
Angela Merkel e Nicolas Sarkozy deram, certamente, um grande passo em direção ao seu objetivo: a união orçamental. Mas a que preço? O Reino Unido está excluído e a alternativa parece simples: a salvação ou o fim da União.
Ao pôr a zona euro sob vigilância em vésperas do Conselho Europeu, a Standard & Poor’s afirma a emergência de um poder económico ilimitado que perturba a organização democrática, lamenta o Libération.
Angela Merkel e Nicolas Sarkozy reuniram-se em Paris, a 5 de dezembro, e chegaram a um acordo sobre um plano para salvar o euro da catástrofe. Pedem aos Vinte e Sete que o aprovem na cimeira dos próximos dias 8 e 9. Mas não é certo que o consigam, escreve a imprensa europeia.
As propostas alemãs para uma maior disciplina na zona euro foram mal recebidas em França. Diversos comentários germanófobos revelam uma realidade indiscutível: os franceses aceitam a Europa, com a condição de esta ser francesa, constata um editorialista de Les Echos.
A notação de todos os países europeus está ameaçada, avisou a Moody’s a 28 de novembro. Esta advertência chega no momento em que a Itália está sob pressão dos mercados e as propostas de soluções para a crise multiplicam-se. Mas talvez seja já demasiado tarde, diz com preocupação a imprensa europeia.
Pais severos, ovelhas negras e amor implacável: esta é a família europeia. E, para o jornalista do Die Zeit que lhe traça o retrato, este modelo histórico de solidariedade deverá ser defendido.
Reunidos em torno de Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, a um pequeno grupo de funcionários não eleitos da UE tem sido atribuída a tarefa de governar a zona euro e depor os líderes que não conseguem andar na linha, escreve o semanário conservador britânico The Spectator.
Determina a ordem de trabalhos das cimeiras europeias, define as regras destas, deixa na expectativa todo o continente e acaba por impor a sua vontade. Com a crise do euro, a Alemanha ficou sozinha à frente da União. Mas estará à altura desse novo papel?
No Conselho Europeu de 23 de outubro, a Alemanha e a França distribuíram pontos bons e maus aos seus parceiros da zona euro em dificuldade, nomeadamente à Itália. As críticas perante a inércia do Governo de Berlusconi justificam-se, mas a atual crise também se fica a dever à lentidão da reação de Berlim e de Paris desde o início, refere o Corriere della Sera.
A imprensa europeia é unânime: na cimeira de Bruxelas de 23 de outubro, a chanceler alemã ditou aos parceiros – incluindo a França – as condições para tirar o euro e os países mais endividados da crise.
A cimeira da zona euro de 23 de outubro poderá ser seguida de outra, a 26, a pedido da Alemanha e da França. A maneira de lidar com a crise do euro mostra que, apesar dos desacordos, o eixo Berlim-Paris e a solução intergovernamental prevaleceram sobre a ideia federal, constata Le Figaro.
Será que, como se ouve dizer frequentemente, falta aos dirigentes europeus a capacidade de liderança necessária para fazer face à crise? Segundo um cronista do Volkskrant, são sobretudo a divisão política da nossa época e a opinião pública que os paralisam.