Neelie Kroes
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Zona euro
A “Grexit” já não é tabu
8 fevereiro 20123De Volkskrant Amesterdão -
Internet
'Open data', uma nova mina de ouro
16 dezembro 20113La Stampa Turim -
Telecom
Um telefone sem fronteiras
7 julho 2011PresseuropSME -
1 fevereiro 2011Népszabadság Budapeste
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Comissão Europeia
Lei de imprensa da Hungria não é “satisfatória”
18 janeiro 2011PresseuropPravda -
Editorial
Viva a neutralidade da Net!
12 novembro 2010Presseurop -
Instituições europeias
Onde param as mulheres?
17 novembro 2009La Stampa Turim -
Reino Unido
Fazer bluff com a soberania
6 novembro 2009The Guardian Londres -
Alemanha
Bruxelas intervém no futuro da Opel
20 outubro 2009PresseuropGazeta Wyborcza -
Concorrênci
Comissão puxa as orellhas a GDF-Suez e Eon
10 agosto 2009PresseuropTrouw -
Gripe suína
O mistério da patente do Tamiflu
5 agosto 2009The Independent Londres
Ao mencionarem, como o fez no início desta semana a comissária Neelie Kroes, a saída da Grécia da zona euro, os líderes europeus parecem querer preparar o terreno para tal eventualidade. E isto enquanto Atenas ainda negoceia com os credores privados a re-estruturação da sua dívida.
Incentivada por Bruxelas, a colocação de dados sem restrições na Internet pelas administrações poderá dar início a uma variedade de aplicações úteis para os cidadãos e a sociedade. Estima-se que as repercussões económicas serão, no mínimo, de 140 mil milhões de euros por ano.
Enfrentando o resto da Europa, o primeiro-ministro húngaro elogia a fibra contestatária dos seus compatriotas contra os poderes externos. Mas nem sempre funciona, como sublinha o diário Népszabadság.
Maioritárias entre a população europeia, as mulheres estão sub-representadas nos cargos chave das instituições. No momento em que os 27 se reúnem para designar as personalidades que irão ocupar as mais altas funções na União, as mulheres pedem que a paridade seja respeitada.
Os opositores ao Tratado de Lisboa afirmam há muito que o Tratado é o toque de finados para os governos nacionais. Mas quando se trata da alta finança e do sistema bancário, a soberania não tem grande importância para eurocépticos como os conservadores britânicos, afirma Seumas Milne, no Guardian.
À medida que a gripe A se vai tornando um problema mundial, os países em desenvolvimento preparam-se para produzir versões genéricas mais baratas do Tamiflu. No entanto, a Roche, produtora do medicamento, opõe resistência a uma iniciativa que poderá salvar centenas de milhar de vidas. Segundo Johann Hari, do Independent, aquele laboratório está a receber apoio de onde menos se esperava: a Organização Mundial de Saúde.