Jovens
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15 setembro 20114Polityka Varsóvia
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4 julho 20111PresseuropEvenimentul Zilei
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27 junho 2011PresseuropPolitiken
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América Latina
Os espanhóis estão de regresso
24 junho 20112El País Madrid -
13 junho 2011PresseuropABC
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26 maio 20111PresseuropTa Nea
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24 maio 2011Le Temps Genebra
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19 maio 20118El País Madrid
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29 abril 20112Wprost Varsóvia
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27 abril 20113El País Madrid
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15 março 2011Kathimerini Atenas
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Bulgária
O regresso dos prodígios
3 março 20111Tema Sófia -
Portugal
Para os jovens, os cravos murcharam
14 fevereiro 20112Público Lisboa -
Editorial
Lição tunisina
21 janeiro 20111Presseurop -
Portugal
Uma geração sacrificada
25 novembro 2010Público Lisboa -
17 agosto 2010PresseuropHospodářské noviny
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Crise Económica
Jovens portugueses querem emprego
20 janeiro 20101Público Lisboa -
Depois de 1989
Berlim, a boémia feliz
9 novembro 2009Les Inrockuptibles Paris -
20 julho 2009Der Spiegel Hamburgo
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Precários
Padre... e empregado de mesa!
20 julho 2009PresseuropTa Nea -
14 julho 2009PresseuropInformation
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Alemanha
Os filhos da crise
15 junho 2009PresseuropDer Spiegel
A crise favorece o desenvolvimento de uma nova classe social emergente na Europa. Batizada como “o precariado” pelos sociólogos, é composta por jovens sem perspetiva de emprego certo e de uma vida decente.
Confrontados com uma taxa de desemprego recorde e falta de perspetivas no seu país, muitos jovens espanhóis tentam a sua sorte no continente latino-americano, em plena expansão económica.
Depois de sofrer passivamente a crise, os jovens espanhóis finalmente avançaram para as ruas. Nas vésperas de eleições municipais, os protestos dos últimos dias inspiram-se na revolta que levou ao colapso do Governo de Reiquiavique.
Quantos polacos irão deixar o país? Numa altura em que a Alemanha e a Áustria abrem as suas fronteiras aos trabalhadores de diversos países da Europa Central e Oriental, as autoridades polacas esperam um novo êxodo de mão-de-obra.
Desemprego, precariedade, futuro incerto: a juventude espanhola foi duramente atingida pela crise económica. E ainda assim, não se revolta, constata El País.
Apesar do abrandamento das condições do plano de salvamento, decidido pelos Estados-membros da zona euro a 11 de março, os gregos sentem-se cada vez mais pessimistas sobre a capacidade de os seus dirigentes os tirarem da crise. Dispõem, no entanto, de uma riqueza inestimável: os jovens, neste momento, sacrificados.
A fuga de cérebros é um tema que preocupa os búlgaros. Mas nem todos os jovens deixam definitivamente o país. Alguns regressam após os estudos e houve quem criasse mesmo uma associação para fazer a ponte com o resto da sociedade.
Para que uns possam beneficiar de "direitos adquiridos", outros são privados de todos os seus direitos. Esses outros são os jovens, que deveriam ser o futuro do país, escreve um cronista nostálgico.
Portugal nunca teve tantos licenciados. No entanto, nunca foi tão difícil aos jovens encontrarem emprego. Entre a precariedade e a resignação de emigrar, o país está em vias de perder uma geração inteira.
Geração perdida. A expressão, amarga, integral, tem sido usada no Reino Unido para encaixar quem tem agora entre 16 e 25 anos. Uma reportagem de Ana Cristina Pereira, publicada no Público, alerta para a existência de indicadores semelhantes em Portugal. Os jovens que saem actualmente das faculdades têm um futuro com poucas perspectivas de emprego certo
Desde a queda do muro em 1989, Berlim destrói todas as fronteiras. Arte, música e novas tribos desabrocharam dos escombros do passado. Percorremos a cidade mais livre da Europa.
Todos os anos, dezenas de milhar de finalistas do secundário alemães vão para as praias do Sul da Europa, para festejar o fim dos exames. As cidades de acolhimento ganham dinheiro com estas festas sem limites mas também sofrem as consequências da sua palavra de ordem: o excesso. Reportagem em Espanha, em Loret del Mar.