José Manuel Barroso
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UE-Uzbequistão
O nosso amigo em Tashkent
24 janeiro 2011De Standaard Bruxelas -
Economia
São precisos 27 para salvar a Europa
29 junho 20091El País Madrid -
Comissão Europeia
Barroso quer ficar na Europa
17 junho 2009The Guardian Londres -
Instituições
Burocratas afugentam eleitores europeus
15 junho 20092Spiked Londres -
Eleições Europeias
Barroso não tem carisma político
9 junho 2009PresseuropLe Monde -
Eleições Europeias
A direita ganha em todas as frentes
8 junho 20092La Repubblica Rome
Quando tem que lidar com ditadores, a Europa aplica dois pesos e duas medidas: rápida na punição do bielorrusso Lukashenko, é muito mais amigável com o uzbeque Karimov, como o era também com Ben Ali. Mas valerá a pena? Pergunta o analista político Bruno De Cordier.
Desde o início da crise, que os governos nacionais insistem em ignorar as recomendações de Bruxelas em matéria económica. Mas é bom que se lembrem que foram a UE e a moeda única quem salvaram alguns países da falência. Para o El País, a Europa só ganharia se os governos passassem a agir de forma menos unilateral.
Amanhã e depois reunem-se em Bruxelas os dirigentes europeus. Sem suscitar grande entusiasmo entre os seus tradicionais apoiantes conservadores e sem ter de enfrentar um candidato social-democrata, Durão Barroso parece preparado para conquistar, em 18 de Junho, um segundo mandato como presidente da Comissão Europeia. Uma vergonha, escreve David Cronin no Guardian.
A taxa de abstenção nas eleições europeias tem vindo a aumentar desde 1979. Para o sociólogo Franck Furedi, esta apatia é a consequência lógica do “isolamento” do processo decisório da União Europeia, que aumenta a distância entre os políticos europeus e os eleitores.
As eleições europeias, marcadas por um novo recorde de abstenção (apenas 43% dos 388 milhões de eleitores foram votar) talvez não alterem substancialmente a distribuição dos lugares no Parlamento. No entanto, desenham-se alterações profundas, tanto entre as direitas como entre as esquerdas do continente.