Georges Papandreou
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4 novembro 2011The Economist Londres
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3 novembro 2011NRC Handelsblad Roterdão
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Referendo grego
Democracia rebaixada a “lixo”
2 novembro 201118Frankfurter Allgemeine Zeitung Frankfurt -
2 novembro 20116To Ethnos Atenas
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Zona euro
O perigoso póquer grego
2 novembro 20118Le Figaro Paris -
13 outubro 2011NRC Handelsblad Roterdão
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30 setembro 2011
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29 setembro 2011Trouw Amsterdam
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5 setembro 2011PresseuropKathimerini
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30 junho 2011The Guardian Londres
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Crise da dívida
Democracia renasce na Grécia
16 junho 20114The Guardian Londres -
Grécia
Governo preso por um fio
15 junho 2011PresseuropTo Ethnos -
6 junho 2011PresseuropTa Nea
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24 maio 20112PresseuropTo Ethnos
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Crise da dívida
Sem “DSK”, Atenas fica mais isolada
16 maio 20112Eleftherotypia Atenas -
9 maio 2011Libération Paris
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9 maio 2011To Vima Atenas
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Grécia
Desesperados e resignados
3 maio 2011Libération Paris -
18 abril 2011Kathimerini Atenas
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18 abril 20111To Vima Atenas
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14 abril 2011PresseuropTa Nea
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Grécia
A grande fúria do povo
11 março 2011To Vima Atenas -
23 fevereiro 2011Ta Nea Atenas
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8 novembro 2010PresseuropTa Nea
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7 setembro 2010PresseuropTa Nea
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Grécia-Turquia
Esboço de uma nova diplomacia
14 maio 2010PresseuropTo Vima -
Grécia
O rigor, agora e sempre
4 março 2010PresseuropTo Ethnos -
4 fevereiro 20107Presseurop
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24 novembro 20091To Ethnos Atenas
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17 novembro 2009PresseuropTo Vima
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Grécia
Papandreou, o vitorioso
5 outubro 2009PresseuropTa Nea
Hoje, quem quer consultar o seu povo é considerado como uma ameaça por toda a Europa. É esta a mensagem que os mercados – e também os políticos – passam desde 31 de outubro, denuncia o chefe de redação do Frankfurter Allgemeine Zeitung.
Confrontado com a contestação do seu povo, o primeiro ministro grego optou por organizar um referendo em vez de marcar eleições antecipadas. Ao preservar o seu futuro, reduz os gregos a uma escolha simplista.
A decisão do primeiro-ministro grego de submeter o plano de resgate do seu país a referendo é perigosa e irresponsável, denuncia Le Figaro.
Enquanto o primeiro-ministro grego, Georges Papandreou, tenta impor um segundo pacote de duras medidas de austeridade, a Praça Syntagma, na capital, tornou-se um modelo de democracia direta, escreve um colunista grego. Atenienses de todas as ideologias, idades e profissões acorrem ali para manifestar a sua indignação.
No momento em que a Grécia começa a negociar um novo empréstimo para sair da crise, a saída de Dominique Strauss-Kahn do FMI é motivo de preocupação, escreve o Eleftherotypia, que considera que Strauss-Kahn era uma das pessoas que melhor compreendiam o problema grego.
Há várias semanas que têm vindo a ser difundidas informações erradas sobre a economia grega, destinadas a destabilizar Atenas. A última lavagem ao cérebro foi a publicação, na sexta-feira, dia 6, pela Spiegel online, de um artigo sobre uma reunião secreta dos ministros das Finanças para analisar o possível abandono da zona euro pela Grécia. Quem beneficia com o crime, interroga-se o Libération?
Desgastados pelos consecutivos planos de austeridade, os gregos, desamparados, já não acreditam no seu Governo. E, enquanto o populismo ganha voz, a “eurofilia” entra em queda livre, relata o enviado especial do Libération, em Atenas.
Por um lado, o anúncio de novas medidas de austeridade, por outro, rumores persistentes de re-estruturação da dívida – e, portanto, da falência do país: a alternativa que se apresenta aos gregos acompanha uma espécie de declínio do Estado, escreve um editorialista.
Após um ano de rigor, o Governo de Georges Papandréou continua a enfrentar o risco de falência, a desconfiança dos mercados e a ausência de solidariedade de alguns países europeus. Os cidadãos, por seu lado, manifestam cada vez mais a sua desconfiança na política, inquieta-se um editorialista.
Em visita a Berlim, dia 22 de fevereiro, o primeiro-ministro grego tentou conseguir um prolongamento do prazo de pagamento do plano de salvamento do seu país. Mas enquanto o descontentamento social e a pressão dos banqueiros europeus cresce, os 27 só irão decidir no final de março.
Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha: sob pressão, os quatro países mais frágeis da zona euro – cujas iniciais são “PIGS”, porcos, em inglês – tentam corrigir a sua situação económica. Os meios são diferentes, mas as incertezas são iguais, diz a Imprensa europeia.