Geert Wilders
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23 setembro 20111PresseuropDe Volkskrant
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Holanda
Wilders distancia-se de Breivik
27 julho 2011PresseuropNRC Handelsblad -
Holanda
Wilders, o Voltaire moderno
27 junho 201112Trouw Amsterdam -
24 junho 2011Presseurop
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20 maio 2011PresseuropNRC Handelsblad
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Debate
O populismo transatlântico
6 maio 20114De Morgen Bruxelas -
Populismo
A bela primavera dos eurocéticos
19 abril 201111Berliner Zeitung Berlim -
3 março 2011PresseuropDe Volkskrant
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14 janeiro 20111Les Inrockuptibles Paris
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16 novembro 20101PresseuropTrouw
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18 outubro 20101Presseurop
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Holanda
Um Governo diferente dos outros
15 outubro 2010PresseuropTrouw -
11 outubro 20102De Volkskrant Amesterdão
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5 outubro 2010Newsweek New York
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1 outubro 2010PresseuropDe Volkskrant
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29 setembro 2010PresseuropTrouw
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Holanda
A rainha fala e não diz nada
21 setembro 2010PresseuropDe Volkskrant -
Holanda/EUA
Wilders discursa no Ground Zero
13 setembro 2010PresseuropDe Volkskrant -
Bélgica | PAÍSES BAIXOS
Bélgica e Holanda em abismo pós-eleitoral
6 setembro 2010PresseuropPresseurop -
Populismo
Extrema-direita, a nova vaga
1 setembro 2010euobserver.com Bruxelas -
Laicismo
Pela livre circulação dos deuses
13 agosto 20102Die Zeit Hamburgo -
2 agosto 20101PresseuropDe Volkskrant
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10 junho 2010PresseuropDe Volkskrant
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Holanda
Crise abala o cenário político
8 junho 20101Presseurop -
Holanda
Geert Wilders, o Indesejável
1 junho 2010PresseuropTrouw -
A EXTREMA-DIREITA NA EUROPA (6)
Quando o politicamente correcto mata a tolerância
9 abril 20103Dilema Veche Bucareste -
Parlamento Europeu
"Ocidentais" ainda são mestres dos excessos
9 março 20101România liberă Bucareste -
Holanda
O inevitável Geert Wilders
4 março 20104De Volkskrant Amesterdão -
4 março 20107Mladá Fronta DNES Praga
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3 março 2010PresseuropTrouw
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21 janeiro 2010PresseuropDe Volkskrant
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13 janeiro 20101PresseuropHP/De Tijd
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Editorial
Feliz Ano Novo, apesar de tudo
4 janeiro 2010Presseurop -
30 novembro 20094Presseurop
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Países Baixos
O custo de um emigrante
11 setembro 2009PresseuropTrouw -
28 julho 20092The Observer Londres
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Eleições Europeias
Um voto doméstico num mundo global
8 junho 20092El País Madrid -
Eleições Europeias
Eurocépticos para todos os gostos
5 junho 20093Presseurop -
5 junho 2009PresseuropDe Volkskrant
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2 junho 20096De Volkskrant Amesterdão
A absolvição do populista Geert Wilders irá talvez inaugurar uma nova tendência na Europa. Agora que o multiculturalismo deixou de ser defendido pelos governos, poderá ser possível criticar o islão, considera um intelectual holandês, para se explicar.
O aparecimento de partidos populistas no nosso continente parece fazer eco do sucesso do Tea Party nos Estados Unidos. Os dois movimentos não partilham a mesma história, explica o correspondente do Morgen em Boston. Mesmo que o resultado seja o mesmo: os governos arriscam-se a ficar paralisados.
O resultado do Verdadeiros Finlandeses, a 17 de abril, foi a última manifestação: por toda a Europa, os eurocéticos estão cada vez mais virulentos e a sua retórica bem cimentada permite-lhes fazerem-se entender tanto à escala nacional como europeia.
Ao fim de 38 anos a liderar a Frente Nacional francesa, Jean-Marie Le Pen passa a pasta à sua filha Marine. Por trás desta sucessão dinástica, perfila-se uma estratégia de modernização à imagem e semelhança dos seus homólogos europeus. Objetivo: as presidenciais de 2012.
Em pleno debate sobre o papel dos estrangeiros e dos muçulmanos na sociedade, Angela Merkel põe em causa o modelo de integração instaurado há várias décadas. Para a imprensa alemã, isso reflete a viragem do país à direita.
Vista da antiga colónia holandesa, a influência do líder populista sobre o novo Governo da Haia é difícil de compreender. No maior país muçulmano do mundo, a Holanda perdeu o estatuto de modelo a seguir, escreve uma jornalista holandesa.
Os partidos nacionalistas e os que apoiam a imigração estão a penetrar rapidamente na área de decisão da política europeia, e até os partidos centristas tradicionais estão agora a tentar entrar no seu jogo, defende o deputado trabalhista britânico e antigo Ministro para Europa Denis McShane.
O grupo anti muçulmano English Defence League, que incluiu sikhs, judeus e gays nas suas fileiras, federou-se com outros movimentos europeus que fazem parte de uma nova vaga de extrema-direita. Em outubro, planeiam manifestar-se em Amesterdão, em defesa do seu herói, o perseguidor de imigrantes Geert Wilders.
Perante a multiplicação das religiões e dos seus símbolos, a maior parte dos Estados decide proibi-los. Contudo, com esta atitude estão a caminhar para um beco sem saída, defende Die Zeit, que apela à tolerância e ao pluralismo.
Depois do êxito de Geert Wilders nas eleições autárquicas de Março, é de esperar que o líder populista tenha um resultado semelhante nas legislativas de 9 de Junho. Consequência, sem dúvida, da crise económica que, apesar de não afectar a Holanda, inquieta os holandeses.
Há cada vez mais neerlandeses a votar na extrema-direita. Para o semanário romeno Dilema veche, o Estado é responsável por esta viragem. Defendendo o “politicamente correcto” a todo o custo, ameaça a liberdade de expressão, cara ao país, e promoveu o advento de Geert Wilders.
A grosseria da linguagem dos deputados europeus populistas dos novos Estados-membros, que entraram em Estrasburgo em Junho passado, já era conhecida. Mas isso é subestimar os seus colegas da Europa Ocidental, escreve o România liberă.
As eleições municipais de 3 de Março ficaram marcadas pela estreia do Partido para a Liberdade. O escrutínio constituiu um teste para as legislativas de 9 de Junho, altura em que o líder islamofóbico e populista espera tirar dividendos do seu sucesso. Resta saber como é que o sistema holandês, baseado no consenso, vai absorver o choque.
Ao agitar o espectro da "ameaça do Islão", o líder populista Geert Wilders conquistou pontos nas eleições municipais de 3 de Março e deu um grande passo para a sua ascensão ao cargo de primeiro-ministro. Para a sociedade multicultural holandesa, o perigo não vem, contudo, dos muçulmanos, mas da forma como os seus concidadãos decidem conviver com eles, considera o diário checo Mladá Fronta Dnes.
A proibição da construção de minaretes, aprovada pelos eleitores suíços, em 29 de Novembro, é um ataque directo contra os muçulmanos que vivem no país. E é também mais um indício de um problema social e político que afecta todos os países do continente, considera a imprensa europeia.
Depois dos ataques bombistas em Londres e Madrid, os prognósticos de que o Islão estava a entrar numa fase radical e violenta multiplicaram-se na imprensa escrita e na Internet. Viria contudo a revelar-se que estas previsões terríveis de uma "islamização" iminente da Europa tinham pouco fundamento, relata o Observer.
Candidatos e eleitortes não foram capazes de transformar as maiores eleições transnacionais da História num escrutínio comum. Oportunidade perdida, lamenta o diário espanhol El Pais, porque os problemas internacionais exigem cada vez mais mais respostas à escala global.
Extremistas ou antiliberais, os partidos que se opõem ao Tratado de Lisboa poderão ser os grandes beneficiários do escrutínio. A imprensa europeia interroga-se, entretanto, sobre qual será o seu peso político no Parlamento.
Os liberais holandeses querem despenalizar a expressão "incitamento à discriminação e ao ódio" do código penal. Esta ideia está a provocar um grande debate na imprensa da Holanda, que se interroga sobre qual deve ser a atitude a adoptar.