FMI
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23 janeiro 2012Kommersant Moscovo
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20 janeiro 20129Respekt Prague
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Editorial
O preço do rigor
20 janeiro 20122Presseurop -
19 janeiro 2012PresseuropNépszava
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4 janeiro 20128PresseuropPresseurop
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22 dezembro 2011Magyar Narancs Budapeste
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Crise do euro
Fundo de resgate do FMI não atinge objetivos
20 dezembro 20114PresseuropPresseurop -
Hungria
FMI e UE batem com a porta
19 dezembro 2011PresseuropNépszabadság -
Hungria
Reencontro amargo com o FMI
25 novembro 201127Magyar Nemzet Budapest -
Crise da zona euro
Aldeia irlandesa diz não aos bancos
22 novembro 20116Irish Independent Dublin -
17 novembro 20111PresseuropHírszerzö
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4 novembro 20112PresseuropLa Repubblica
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Debt crisis
FMI pressiona Europa a tomar medidas
23 setembro 2011PresseuropLa Stampa -
Crise da dívida
Grécia: o que fazer agora?
6 setembro 201113To Ethnos Atenas -
6 setembro 2011Het Parool Amesterdão
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5 setembro 2011PresseuropKathimerini
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Crise da dívida
Tudo em jogo no Sul
5 setembro 20112PresseuropLa Tribune -
Crise da dívida
Os grandes banqueiros querem ação política
29 agosto 2011PresseuropLa Tribune -
Somália
Fome: o que a Europa pode fazer
16 agosto 20113ABC Madrid -
5 agosto 20111PresseuropLibération
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3 agosto 2011PresseuropRomânia liberă
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6 julho 2011PresseuropIrish Independent
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4 julho 20112PresseuropLibération
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Grécia
Um voto sobre as brasas
29 junho 20111Eleftherotypia Atenas -
Economia
Europa mantém a liderança do FMI
29 junho 2011PresseuropLibération -
27 junho 20119Dziennik Gazeta Prawna Varsóvia
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Espanha
Pressão do FMI
22 junho 2011PresseuropEl Periódico de Catalunya -
Crise da dívida
Otimismo cauteloso em Dublin
21 junho 2011PresseuropIrish Independent -
17 junho 2011PresseuropPúblico
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Editorial
Duplamente
7 junho 2011Presseurop -
Crise da dívida
Portugal vira à direita...em direção à austeridade
6 junho 20112Público Lisboa -
3 junho 2011Le Vif/L’Express Bruxelas
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Debate
Vamos agitar a Europa
2 junho 20116Hospodářské noviny Praga -
Crise da dívida
Bancos portugueses ameaçados pela crise grega
27 maio 2011PresseuropJornal de Negócios -
Crise económica
Cinco dias pesados
23 maio 2011PresseuropLa Tribune -
Caso Strauss-Kahn
Quem disse que a Europa deve presidir ao FMI?
20 maio 20112The Independent Londres -
Editorial
Resistir
20 maio 2011Presseurop -
20 maio 20114Le Figaro Paris
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19 maio 2011De Volkskrant Amesterdão
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18 maio 2011PresseuropLa Croix
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Crise da dívida
O descalabro irlandês
17 maio 20114The Irish Times Dublin -
Crise da dívida
Portugal vai receber 18 mil milhões até junho
17 maio 2011Presseuropi -
16 maio 2011La Vanguardia Barcelona
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Caso "DSK"
A crise perde o seu demiurgo
16 maio 20113La Repubblica Rome -
Visto da França
A esquerda perde o seu campeão
16 maio 20115PresseuropPresseurop -
Crise da dívida
Sem “DSK”, Atenas fica mais isolada
16 maio 20112Eleftherotypia Atenas -
Crise da dívida
Planos de emergência levam ao Estado federal
12 maio 2011The Times Londres -
Crise da dívida
O último resgate financeiro antes da renovação
5 maio 2011Der Standard Viena -
5 maio 2011Presseuropi
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Portugal
Ano novo austero
4 maio 20112Jornal de Negócios Lisboa
Dirigente de um país endividado, pressionado pelo FMI e ameaçado de retaliações por parte da UE, o primeiro-ministro húngaro enfrenta agora uma oposição em vias de organização. À medida que cada vez mais cidadãos são afetados pela pobreza, os húngaros perdem a fé nas suas receitas nacionalistas.
A rutura das negociações com o FMI e a UE relativamente à independência do banco central demonstrou que o Governo de Viktor Orbán também aplica a sua “revolução nacional” à economia. Mas as bases dessa política estão erradas, realça um economista.
Financeiramente enfraquecida, a Hungria pediu a assistência do Fundo Monetário Internacional, como parte de um acordo a ser negociado entre o momento atual e janeiro de 2012. A imprensa húngara pergunta-se se a iniciativa constituirá uma admissão de fracasso por parte do primeiro-ministro, Viktor Orbán, ou se será resultado de uma cabala contra a sua política de independência.
Enquanto a Irlanda faz o balanço do ano que se seguiu ao salvamento da UE e do FMI, todos os domingos, os habitantes de Ballyhea realizam um protesto silencioso contra aqueles que mergulharam o país na recessão.
Toda a gente ficou agora a perceber que o executivo grego não vai conseguir reduzir a sua dívida, como havia prometido, facto que perturba os mercados financeiros. Em Atenas, reina um sentimento de impotência, como neste editorial do To Ethnos.
O tempo já não está para palavras: a situação no Corno de África está de tal forma que os europeus devem intervir. Começando por ajudar a reorganizar um país divido devido a décadas de guerras civis.
Entre 29 e 30 de junho, os deputados gregos deverão votar no plano de austeridade exigido pela UE e pelo FMI no sentido de evitar a falência do país. Uma decisão sem precedentes na história da democracia grega que alimenta as tensões do país.
A aceleração que a integração europeia adquiriu durante a crise – com o esboço de uma governação económica – constitui o primeiro passo em direção a novas cedências positivas de soberania em benefício da UE, observa o cronista do Dziennik Gazeta Prawna, Andrzej Talaga.
A oposição conservadora dificilmente conseguirá evitar a aplicação do plano de austeridade elaborado pela União Europeia e o FMI para enfrentar a crise da dívida, apesar de ter ganho as legislativas antecipadas do dia 5 de junho. Sendo este o mesmo plano que custou o cargo de primeiro-ministro a José Sócrates.
Com os Estados endividados e as instituições internacionais muito agitadas, ninguém sabe o que o futuro nos reserva. Mas vai ter de emergir da crise uma nova maneira de pensar, afirma um economista checo.
Na sequência da espetacular queda em desgraça de Dominique Strauss-Kahn, o Fundo Monetário Internacional está à procura de um novo presidente. Mas será que um europeu estará realmente à altura de resolver os problemas persistentes da zona euro?
No momento em que a zona euro está em risco de explodir, a Europa não deve renunciar à presidência do Fundo Monetário Internacional em proveito da Ásia ou da América Latina, considera um editorialista do Figaro, segundo o qual a ministra das Finanças francesa, Christine Lagarde, é a pessoa mais qualificada para ocupar o cargo de Dominique Strauss-Kahn.
Com a dívida soberana irlandesa a chegar aos 250 mil milhões de euros até 2014, Morgan Kelly prevê a inevitabilidade de uma falência nacional, prolongada e caótica.
A prisão do chefe do FMI priva os europeus de um aliado precioso na cena internacional. Dominique Strauss-Kahn soube matizar de social as intervenções do Fundo junto dos Estados atingidos pela crise e deu peso à Europa numa instituição quase sempre vista como a ponta de lança do neoliberalismo.
No momento em que a Grécia começa a negociar um novo empréstimo para sair da crise, a saída de Dominique Strauss-Kahn do FMI é motivo de preocupação, escreve o Eleftherotypia, que considera que Strauss-Kahn era uma das pessoas que melhor compreendiam o problema grego.
Os planos de emergência não funcionam, mas permitem à UE construir um poder centralizado à custa dos Estados-membros, afirma Anatole Kaletsky, colunista de The Times.
Quantos Estados à beira da falência ainda irão pedir aju-da? O novo plano de apoio destinado a Portugal deverá ser o último, porque a Europa vai ter de reorganizar a união monetária de uma ponta a outra, defende Der Standard.
O plano de ajuda financeira a Portugal, no valor de 78 mil milhões de euros, anunciado dia 3 de maio, para ajudar o país a sair da bancarrota, poderá não ser tão drástico como os portugueses receavam. Apesar de tudo, esperam-se tempos difíceis até o país voltar a ser o que era, avisa o Jornal de Negócios.