extrema-direita
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Xenofobia
A crise destila o seu veneno
14 dezembro 201110La Stampa Turim -
Extrema-direita
A internacional da retirada
29 novembro 201117Aftonbladet Estocolmo -
18 novembro 20114Der Freitag Berlim
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10 novembro 20113Newsweek Polska Varsóvia
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16 setembro 20112PresseuropBerlingske
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25 julho 2011Al Hayat Londres
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25 julho 20114Corriere della Sera Milão
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Noruega
Dignidade é a resposta ao terror
25 julho 20112Dagbladet Oslo -
Holanda
Wilders, o Voltaire moderno
27 junho 201112Trouw Amsterdam -
Dinamarca
Polémica sobre o custo da imigração
2 maio 2011PresseuropInformation -
6 abril 20114Le Monde Paris
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21 março 2011PresseuropLa Tribune
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21 março 2011PresseuropDie Tageszeitung
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Imigração
Lampedusa contra a extrema-direita
15 março 2011PresseuropLa Repubblica -
Extrema-direita
Timo Soini, verdadeiro finlandês, falso gentil
10 março 2011Fokus Estocolmo -
4 março 20111PresseuropDagens Nyheter
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Alemanha
O meu vizinho nazi
15 fevereiro 2011Süddeutsche Zeitung Munique -
14 janeiro 20111Les Inrockuptibles Paris
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Editorial
Trégua de inverno
23 dezembro 2010Presseurop -
12 novembro 20101PresseuropGazeta Wyborcza
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Xenofobia
O que correu mal na Dinamarca?
11 novembro 20103Frankfurter Rundschau Frankfurt -
Populismo
A união dos medos ameaça a UE
3 novembro 20103Libération Paris -
República Checa
Não há piedade para os neonazis
28 outubro 2010Respekt Prague -
19 outubro 20102El País Madrid
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Áustria
Strache vitorioso em Viena
11 outubro 20101PresseuropDie Presse -
Extrema-direita
O contágio do medo
21 setembro 20107La Stampa Turim -
20 setembro 20103Presseurop
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A extrema direita na Europa / 7
Dinamarca: a arte de ser um bom populista
18 maio 20101De Groene Amsterdammer Amsterdão -
A extrema direita na Europa/ 5
Os turcos ainda assustam os austríacos
6 abril 20102Le Monde Paris -
A extrema-direita na Europa / 3
Liga do Norte – tudo bons rapazes
26 março 20101Le Monde Paris -
A extrema-direita na Europa / 2
A campanha nortenha da Frente Nacional em França
23 março 20101Libération Paris -
A extrema-direita na Europa/1
A idade de ouro dos novos populistas
19 março 20102Le Monde Paris -
Republica Checa
Neonazis ilegalizados: os comunistas virão depois?
18 fevereiro 2010PresseuropLidové noviny -
29 janeiro 2010PresseuropDie Zeit
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Reino Unido
Griffin defende o Ku Klux Klan na BBC
23 outubro 2009PresseuropThe Daily Telegraph -
Eslováquia
Patrulhas só para vigiar ciganos
26 agosto 2009PresseuropHospodářské noviny -
República Checa
Agressores de ciganos a contas com a justiça
14 agosto 2009PresseuropLidové noviny -
28 julho 20092The Observer Londres
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27 julho 2009PresseuropEvenimentul Zilei
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Extrema-direita
A cruzada anticigana da Jobbik
15 junho 20093Respekt Prague -
Eleições europeias
Os fantamas da república de Weimar
12 junho 20092Presseurop -
Eleições Europeias
Eurocépticos para todos os gostos
5 junho 20093Presseurop -
5 junho 2009PresseuropDe Volkskrant
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Áustria
A herança polémica de Haider
1 junho 2009PresseuropDie Presse -
27 maio 20093Der Standard Viena
O assassínio de dois senegaleses em Florença é a mais recente manifestação da escalada do sentimento de ódio na Europa. Com o massacre de Utøya, as reações veementes à crise grega e ao isolamento da Grã-Bretanha, bem como o recrudescimento da extrema-direita, esta tendência assume múltiplas formas, todas igualmente preocupantes.
Das sombras da crise pode emergir uma nova Europa. Uma Europa onde predominam o desencorajamento e a desconfiança para com os políticos, o nacionalismo e a islamofobia. Ameaças bem mais graves do que as que fazem pairar os números da dívida, escreve o Aftonbladet.
A Alemanha discute hoje o "terror castanho" e o fracasso do Estado. Mas Der Freitag lembra que está a ser esquecido um elemento da história: estes neonazis são provenientes da antiga juventude de leste. O que confunde os pressupostos entre o leste e o oeste do país.
A Marcha da Independência, anualmente realizada em Varsóvia, no dia 11 de novembro, por grupos nacionalistas e de direita, parece que vai ter de acabar este ano. A coligação de esquerda Aliança do 11 de novembro está a convocar os seus apoiantes para impedirem a marcha, e o confronto parece inevitável.
Até à matança de 22 de julho, dizia-se que o Reino estava imunizado contra o extremismo. Sem verdadeiras ligações políticas, houve um movimento radical que, no entanto, se organizou e cuja amplitude continua a não ser conhecida neste momento.
Pelo menos 93 mortos e 97 feridos : o duplo atentado de 22 de julho, levado a cabo por Anders Behring Breivik, um fundamentalista de extrema-direita, agitou os noruegueses. Em editorial publicado no dia seguinte, o diário Dagbladet apela para que não cedam ao medo e à tentação securitária.
A absolvição do populista Geert Wilders irá talvez inaugurar uma nova tendência na Europa. Agora que o multiculturalismo deixou de ser defendido pelos governos, poderá ser possível criticar o islão, considera um intelectual holandês, para se explicar.
Numa altura em que a UE pede aos Estados-membros mais esforço para integrar os ciganos que vivem nos seus territórios, as intimidações da extrema-direita magiar contra a “criminalidade cigana” continuam, sem que o governo de Viktor Orbán, que preside à União, reaja.
A dois meses das eleições legislativas, o líder populista, anti-imigração e anti-UE, sobe nas sondagens. Tirando partido de uma imagem simpática, volta a pôr em causa o sistema político do seu país.
Em Mecklenburg-Vorpommern, no leste da Alemanha, várias aldeias passaram a estar sob o controlo da extrema-direita, que impõe os seus valores. Alguns habitantes decidiram resistir, mas o combate é solitário.
Ao fim de 38 anos a liderar a Frente Nacional francesa, Jean-Marie Le Pen passa a pasta à sua filha Marine. Por trás desta sucessão dinástica, perfila-se uma estratégia de modernização à imagem e semelhança dos seus homólogos europeus. Objetivo: as presidenciais de 2012.
O Parlamento dinamarquês acaba de endurecer as leis de reagrupamento familiar. O Frankfurter Rundschau vê nisso um passo para uma política abertamente agressiva contra os estrangeiros, que poderá alastrar-se a todo o continente.
A nova extrema-direita europeia, que se está a organizar à escala continental, exercendo um peso cada vez maior sobre os governos nacionais, pode transformar em breve o funcionamento da União, previne o cronista francês Bernard Guetta.
Um mínimo de 22 anos de prisão por ter incendiado a casa de uma família cigana: a pena pronunciada em 20 de outubro contra quatro militantes neonazis checos é um exemplo a seguir para uma luta eficaz contra a escalada da extrema-direita no país e no resto da Europa, congratula-se a Respekt.
Cinco anos após Ceuta e Melilha terem sido assaltados por centenas de imigrantes, os dois enclaves espanhóis em Marrocos continuam a ser o símbolo do encerramento das fronteiras da UE, e são também, na opinião de dois investigadores, o símbolo de espírito fechado.
A afirmação do partido Democratas da Suécia (DS) nas legislativas de 19 de setembro não é um caso isolado. Em todas as sociedades do norte da Europa, outrora admiradas pela sua abertura e pela sua coesão, a desconfiança em relação à imigração dá força aos partidos abertamente xenófobos.
A vitória da coligação de direita nas legislativas de 19 de setembro já era esperada e marca uma viragem na vida política do país. Mas o facto mais importante do escrutínio é a entrada da extrema-direita para o Parlamento, recebida com apreensão pela imprensa sueca.
Em menos de dez anos, o Partido do Povo Dinamarquês passou de um pequeno movimento de extrema-direita para o estatuto de membro de pleno direito do espectro político. Apesar de estar formalmente na oposição, exerce uma influência crescente sobre o Governo de Copenhaga, explica o De Groene Amsterdammer.
No próspero Land austríaco do Vorarlberg, o Partido Austríaco da Liberdade (FPÖ) obteve mais de um quinto dos votos agitando o espectro da “invasão” dos imigrantes turcos, que ameaçam “a paz social”.
O partido de Jean-Marie Le Pen causou surpresa nas eleições regionais francesas de 21 de Março, ao atingir os 20% em várias regiões. Nas zonas rurais do Pas-de-Calais (Norte), a sua filha Marine chegou a ultrapassar os 22%, graças a um discurso centrado na defesa dos camponeses contra a Política Agrícola Comum da UE.
Depois dos ataques bombistas em Londres e Madrid, os prognósticos de que o Islão estava a entrar numa fase radical e violenta multiplicaram-se na imprensa escrita e na Internet. Viria contudo a revelar-se que estas previsões terríveis de uma "islamização" iminente da Europa tinham pouco fundamento, relata o Observer.
Os extremistas de direita húngaros (na foto) obtiveram quase 15% dos votos e três lugares nas recentes eleições para o Parlamento Europeu. A Jobbik (Aliança dos Jovens de Direita – Movimento para uma Hungria melhor) tem assim apenas menos um lugar do que os socialistas, no poder em Budapeste. Ora, durante a campanha eleitoral, a Jobbik limitou-se a uma retórica anticigana agressiva e uma crítica contínua ao Governo
O crescimento da extrema-direita no Parlamento Europeu evoca, uma vez mais, o espectro da chegada de Hitler ao poder. Mas há, realmente, motivo para preocupação?
Extremistas ou antiliberais, os partidos que se opõem ao Tratado de Lisboa poderão ser os grandes beneficiários do escrutínio. A imprensa europeia interroga-se, entretanto, sobre qual será o seu peso político no Parlamento.
Só 21% dos austríacos contam ir às urnas a 7 de Junho. Sinónimo de abertura das fronteiras, a União Europeia mete-lhes cada vez mais medo, explica Barbara Coudenhove-Kalergi.