Energia solar
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Energias renováveis
Desertec lucra com o recue do nuclear
8 junho 20112Le Monde Paris -
Energias renováveis
A Europa põe-se verde
29 novembro 2010Il Foglio Milão -
Energia
Tomemos a Bastilha Petrolífera!
14 julho 20101Frankfurter Rundschau Frankfurt -
Fotovoltáica
Libertem a energia eléctrica!
8 abril 20102La Vanguardia Barcelona -
República Checa
Energia solar ajuda especuladores
18 março 20102Mladá Fronta DNES Praga -
República Checa
Acabou-se o 'boom' da energia ecológica
17 fevereiro 2010PresseuropHospodářské noviny -
Energias renováveis
Desobrigar as patentes para salvar o planeta
12 janeiro 20102NRC Handelsblad Roterdão -
Energia
Uma central eléctrica na cave
13 outubro 20091Der Spiegel Hamburgo -
Energia renovável
África pode produzir electricidade para a UE
25 agosto 2009The Independent Londres -
Petróleo
O fraco brilho do ouro negro
23 julho 20092Vrij Nederland Amesterdão -
7 julho 20092Trouw Amsterdam
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Energia
O governo flamengo fica verde
6 julho 2009PresseuropDe Standaard
O abandono do nuclear na Alemanha e na Suíça e o facto de, um pouco por toda a Europa, estar a ser posto em causa, beneficia os projetos assentes nas energias renováveis, como o que foi lançado por um consórcio alemão no Norte de África.
A crise permitiu reduzir as emissões de CO2, mas também mina os alicerces da “economia verde” europeia. Ao voltar a trazer à discussão os subsídios às tecnologias menos eficientes, este choque pode revelar-se salutar para o desenvolvimento do setor.
Ninguém sabe quando será resolvida a catástrofe ao largo da Luisiana. Entretanto, devemos voltar-nos para o sol e fazer uma revolução energética, defende o sociólogo alemão Ulrich Beck.
A independência energética das residências ainda não é possível, nem mesmo para os produtores individuais de energia solar, refere o La Vanguardia. Na verdade, o modelo actual, dependente das grandes empresas, não permite que se viva à margem da rede. Mas não por muito mais tempo, espera este diário catalão.
Favorecido por chorudos subsídios estatais, o mercado checo da energia fotovoltaica está em pleno desenvolvimento. Investidores vindos de todo o mundo digladiam-se para aproveitar este maná, pouco preocupados com os aspectos ecológicos, relata o Mladá Fronta DNES.
Em vez de dar dinheiro aos países em desenvolvimento para estes lutarem contra o aquecimento climático, mais valia facilitar-lhes o acesso às tecnologias. É esta a posição defendida por dois investigadores holandeses.
Milhões de geradores para uma melhor produção: a Alemanha experimenta a electricidade do futuro, gerida pelo consumidor. Uma revolução que passa pela Internet, em detrimento dos grandes fornecedores actuais.
Nas últimas semanas, foram lançados dois enormes projectos de geração de energia. Um pretende alimentar a maior captação solar a nível mundial, o outro a maior barragem hidroeléctrica do planeta. Apesar de situados em África, ambos se destinam a exportar electricidade para a Europa. The Independent pesa os prós e contras de dois projectos ambiciosos, que, de acordo com muitos críticos, têm contornos coloniais de apropriação da energia.
De acordo com a revista Fortune, a Shell consagrou-se, este ano, como sendo a maior empresa do mundo. Resta saber, como funciona? Há algumas semanas,o semanário holandês Vrij Nederland publicou um longo inquérito sobre este gigante anglo-holandês: Gestão, ecologia, segurança. Extractos desse "mergulho" no mundo do petróleo e do gás.
A ilha de Ameland, em Frise, é o palco de uma experiência inédita. Nas casas, o gás natural está misturado com hidrogénio, com o objectivo de diminuir a emissão de gases de efeito de estufa. Esta iniciativa faz parte de um projecto global para tornar esta comunidade autónoma em água e energia até 2020.