Energia eólica
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Grécia – Alemanha
Bons conselhos de Berlim
11 outubro 20118Les Echos Paris -
Energias renováveis
Desertec lucra com o recue do nuclear
8 junho 20112Le Monde Paris -
Ambiente
Energia verde? Não no meu quintal!
6 maio 20114Il Post Milão -
Energias renováveis
A Europa põe-se verde
29 novembro 2010Il Foglio Milão -
Energias renováveis
Revolução verde tem custos
24 setembro 20104Der Spiegel Hamburgo -
República Checa
Acabou-se o 'boom' da energia ecológica
17 fevereiro 2010PresseuropHospodářské noviny -
Energias renováveis
Desobrigar as patentes para salvar o planeta
12 janeiro 20102NRC Handelsblad Roterdão -
10 dezembro 2009El Mundo Madrid
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Energia eólica
A Europa partilha o vento
8 dezembro 20091PresseuropDe Morgen -
Petróleo
O fraco brilho do ouro negro
23 julho 20092Vrij Nederland Amesterdão
Depois de a troika ter concluído as discussões com o Governo de Papandreou sobre as novas medidas de ajustamento, o ministro da Economia alemão deslocou-se a Atenas para propor à Grécia uma mudança de modelo económico – próximo do modelo… alemão.
O abandono do nuclear na Alemanha e na Suíça e o facto de, um pouco por toda a Europa, estar a ser posto em causa, beneficia os projetos assentes nas energias renováveis, como o que foi lançado por um consórcio alemão no Norte de África.
Ao contrário do que se podia pensar, as principais vítimas de recurso em nome da proteção do ambiente não são as centrais nucleares ou as incineradoras, mas os amores dos ambientalistas: centrais hidroelétricas e fotovoltaicas, para além dos parques eólicos.
A crise permitiu reduzir as emissões de CO2, mas também mina os alicerces da “economia verde” europeia. Ao voltar a trazer à discussão os subsídios às tecnologias menos eficientes, este choque pode revelar-se salutar para o desenvolvimento do setor.
A visão da chanceler Angela Merkel para completar a conversão da Alemanha às energias renováveis até 2050 é arrojada e ambiciosa. Mas manteve-se silenciosa sobre os riscos e os enormes custos que a revolução verde implica – para a Alemanha e para toda a Europa.
Em vez de dar dinheiro aos países em desenvolvimento para estes lutarem contra o aquecimento climático, mais valia facilitar-lhes o acesso às tecnologias. É esta a posição defendida por dois investigadores holandeses.
De acordo com a revista Fortune, a Shell consagrou-se, este ano, como sendo a maior empresa do mundo. Resta saber, como funciona? Há algumas semanas,o semanário holandês Vrij Nederland publicou um longo inquérito sobre este gigante anglo-holandês: Gestão, ecologia, segurança. Extractos desse "mergulho" no mundo do petróleo e do gás.