Emprego
-
Holanda
Empresários aos 15 anos
17 janeiro 2012De Groene Amsterdammer Amsterdão -
10 janeiro 20123PresseuropPresseurop
-
Emprego
Uma Europa a duas velocidades
5 janeiro 20123PresseuropLa Tribune -
10 novembro 20113PresseuropTimpul
-
15 setembro 20114Polityka Varsóvia
-
Reino Unido
Cameron desafia diretiva da UE
6 setembro 2011PresseuropThe Daily Telegraph -
Transporte rodoviário
Camionistas de Leste acusados de trabalhar a qualquer preço
18 agosto 2011PresseuropDe Morgen -
27 junho 2011PresseuropPolitiken
-
América Latina
Os espanhóis estão de regresso
24 junho 20112El País Madrid -
7 junho 20113The Guardian Londres
-
Schengen
A União está numa encruzilhada
13 maio 20115Die Presse Viena -
9 maio 2011PresseuropEvenimentul Zilei
-
Espanha
Amnistia para o trabalho ilegal
26 abril 2011PresseuropLa Vanguardia -
Emprego
E agora, todos para a Alemanha!
5 abril 20114Polityka Varsóvia -
1 março 2011Presseuropi
-
Bulgária
A retoma terá que esperar
2 fevereiro 2011PresseuropDnevnik -
Espanha – Portugal
O êxodo dos portugueses
31 janeiro 2011PresseuropJornal de Notícias -
Emprego
Vem para a Alemanha, Pepe!
24 janeiro 20112La Vanguardia Barcelona -
Editorial
Lição tunisina
21 janeiro 20111Presseurop -
5 janeiro 2011PresseuropABC
-
6 dezembro 2010PresseuropDe Morgen
-
Portugal
Uma geração sacrificada
25 novembro 2010Público Lisboa -
Proteção social
Defesa de uma licença de maternidade europeia
20 outubro 2010PresseuropDagens Nyheter -
27 setembro 2010PresseuropGazeta Wyborcza
-
Alemanha
Siemens hoje, Siemens sempre
23 setembro 2010PresseuropFrankfurter Rundschau -
Desemprego
Por que não consegue a UE gerar emprego?
22 setembro 2010The Independent Londres -
17 agosto 2010PresseuropHospodářské noviny
-
8 julho 20102Presseurop
-
Crise Económica
Jovens portugueses querem emprego
20 janeiro 20101Público Lisboa -
Estados Unidos
Aprender com a Europa
12 janeiro 20102The New York Times Nova Iorque -
ECONOMIA
Em 2020, seremos ricos
8 janeiro 20102Il Sole-24 Ore Milão -
Sociologia
Tornar-se adulto
30 outubro 2009Cafebabel.com Paris -
6 outubro 2009PresseuropPúblico
-
Despedimentos
França ameaçada por explosões sociais
17 julho 2009PresseuropLibération -
Despedimentos
França ameaçada por explosões sociais
17 julho 2009PresseuropLibération -
Estado providência
O inacessível sonho escandinavo
6 julho 20091Le Soir Bruxelas -
19 junho 2009El País Madrid
Criam aplicações para smartphones, vendem produtos biológicos, prestam apoio escolar: há um número crescente de adolescentes a criar a sua própria empresa graças, nomeadamente, ao apoio de uma fundação especializada.
A crise favorece o desenvolvimento de uma nova classe social emergente na Europa. Batizada como “o precariado” pelos sociólogos, é composta por jovens sem perspetiva de emprego certo e de uma vida decente.
Confrontados com uma taxa de desemprego recorde e falta de perspetivas no seu país, muitos jovens espanhóis tentam a sua sorte no continente latino-americano, em plena expansão económica.
A Polónia pode ser reconhecida como uma das histórias de sucesso económico da Europa mas os seus serviços sociais e de saúde estão a desmoronar-se e os seus jovens com qualificações preferem cada vez mais o exílio aos empregos mal pagos e sem futuro no próprio país.
Ao aceitar a reintrodução do controlo de fronteiras sob certas condições, tal como os ministros do Interior decidiram a 12 de maio, a UE curva-se perante a tendência ostentada por muitos Estados. Se os Vinte e Sete não invertem a marcha, a UE caminha para o fracasso.
O dia 1 de maio marca o fim das quotas que limitam o acesso de trabalhadores originários de vários países do antigo bloco comunista ao mercado de trabalho alemão. Do lado alemão, receia-se uma vaga de mão-de-obra barata proveniente da Polónia; do lado polaco, garante-se que isso será benéfico para a economia alemã.
De um lado, a Alemanha que procura mão-de-obra para alimentar a sua retoma económica. Do outro, a Espanha em crise, onde os jovens licenciados não têm futuro. Tal como nos anos 1960, poderá vir a haver um novo fluxo migratório entre os dois países.
Portugal nunca teve tantos licenciados. No entanto, nunca foi tão difícil aos jovens encontrarem emprego. Entre a precariedade e a resignação de emigrar, o país está em vias de perder uma geração inteira.
Os países europeus destacam-se pela produtividade e, no entanto, não são capazes de criar emprego. Por causa das deslocalizações e de um direito do trabalho demasiado rígido, explica The Independent.
Num livro verde sobre as reformas, a Comissão Europeia recomenda estabelecer a idade de passagem à reforma em função da evolução demográfica, de forma automática se necessário. Esta ideia não convence a imprensa europeia.
Geração perdida. A expressão, amarga, integral, tem sido usada no Reino Unido para encaixar quem tem agora entre 16 e 25 anos. Uma reportagem de Ana Cristina Pereira, publicada no Público, alerta para a existência de indicadores semelhantes em Portugal. Os jovens que saem actualmente das faculdades têm um futuro com poucas perspectivas de emprego certo
Numa altura em que os críticos das reformas dos serviços de saúde apresentadas por Barack Obama acusam o Presidente norte-americano de tentar impor a democracia social em Washington, o economista laureado com o Prémio Nobel, Paul Krugman, sublinha que a democracia social de estilo europeu, frequentemente atacada pelos conservadores norte-americanos, afinal funciona.
Ser a região mais bem sucedida do mundo em 2010 é o objectivo da estratégia de Lisboa que, seguramente, não será alcançado. Os 27 decidiram, então, prosseguir por mais dez anos o desenvolvimento de um novo modelo de crescimento. A conjuntura, porém, é ainda menos favorável.
Como se vive a entrada no mercado de trabalho na Europa? A socióloga Cécile Van de Velde estudou e comparou esta passagem da faculdade para o emprego, em Espanha, França, Reino Unido e Dinamarca. Revela agora as suas principais conclusões. Entrevista.
Um ano após o início da crise económica, os europeus continuam a procurar soluções para minorar as suas consequências. A Suécia, cujo modelo social é uma referência para muitos países, considera que esta é uma das prioriadades da sua presidência da UE. O Le Soir escreve que o exemplo de Estocolmo é quase impossível de ser seguido.
Com a crise, 17% da população activa espanhola não tem emprego. O El Pais sugere que o governo de Madrid poderia copiar o modelo alemão para minimizar este problema.