eleições europeias
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Parlamento Europeu
"Ocidentais" ainda são mestres dos excessos
9 março 20101România liberă Bucareste -
Urbanismo
Vauban, a cidade alemã sem carros
30 junho 2009The Independent Londres -
Instituições
Burocratas afugentam eleitores europeus
15 junho 20092Spiked Londres -
Eleições europeias
Os fantamas da república de Weimar
12 junho 20092Presseurop -
República Checa
Muitos chefes... e poucos índios!
9 junho 2009PresseuropRespekt -
Eleições Europeias
Verdes com mais 120 mil votos na Europa
9 junho 2009PresseuropFrankfurter Rundschau -
Eleições Europeias
Barroso não tem carisma político
9 junho 2009PresseuropLe Monde -
Eleições Europeias
A direita ganha em todas as frentes
8 junho 20092La Repubblica Rome -
Eleições Europeias
Um voto doméstico num mundo global
8 junho 20092El País Madrid -
República Checa
Topolánek no jardim de Berlusconi
8 junho 2009PresseuropMladá Fronta DNES -
Eleições Europeias
Eurocépticos para todos os gostos
5 junho 20093Presseurop -
Eleições europeias
A Europa dos sonhos perdidos
5 junho 20095Il Sole-24 Ore Milão -
5 junho 2009PresseuropCotidianul
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Eleições Europeias
Campanha, frangos de aviário e eleições europeias
4 junho 2009PresseuropFrankfurter Allgemeine Zeitung -
4 junho 2009PresseuropDe Standaard
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Eleições Europeias
Verdes não querem saber de ciência
3 junho 2009PresseuropThe Guardian -
Reino Unido
Os liberais democratas é que estão a dar...
2 junho 2009PresseuropThe Guardian -
Campanha eleitoral
Europa : casamento ou amor livre?
26 maio 2009Presseurop -
Eleições europeias
Cidadãos, ainda mais um esforço
24 maio 20091Süddeutsche Zeitung Munique -
22 maio 2009Público Madrid
A grosseria da linguagem dos deputados europeus populistas dos novos Estados-membros, que entraram em Estrasburgo em Junho passado, já era conhecida. Mas isso é subestimar os seus colegas da Europa Ocidental, escreve o România liberă.
A cidade de Vauban, na região sudoeste da Alemanha, quer construir uma comunidade modelo, da qual quer excluir uma das maiores aquisições da vida contemporânea – o automóvel. Este local, onde o cantar dos pássaros substituiu o barulho do trânsito e as crianças já podem brincar na rua, tem os seus defeitos. De acordo com Tony Paterson do The Independent, padece de “monoculturalismo de classe média”.
A taxa de abstenção nas eleições europeias tem vindo a aumentar desde 1979. Para o sociólogo Franck Furedi, esta apatia é a consequência lógica do “isolamento” do processo decisório da União Europeia, que aumenta a distância entre os políticos europeus e os eleitores.
O crescimento da extrema-direita no Parlamento Europeu evoca, uma vez mais, o espectro da chegada de Hitler ao poder. Mas há, realmente, motivo para preocupação?
As eleições europeias, marcadas por um novo recorde de abstenção (apenas 43% dos 388 milhões de eleitores foram votar) talvez não alterem substancialmente a distribuição dos lugares no Parlamento. No entanto, desenham-se alterações profundas, tanto entre as direitas como entre as esquerdas do continente.
Candidatos e eleitortes não foram capazes de transformar as maiores eleições transnacionais da História num escrutínio comum. Oportunidade perdida, lamenta o diário espanhol El Pais, porque os problemas internacionais exigem cada vez mais mais respostas à escala global.
Extremistas ou antiliberais, os partidos que se opõem ao Tratado de Lisboa poderão ser os grandes beneficiários do escrutínio. A imprensa europeia interroga-se, entretanto, sobre qual será o seu peso político no Parlamento.
No próximo dia 7, ninguém deve ficar supreendido se houver uma taxa de abstenção recorde. A UE está concentrada na vertente económica e geopolítica e, o projecto europeu, nascido do pós-guerra, já não faz sonhar.
Os partidos políticos dispõem-se a tudo para atrair a atenção dos eleitores. Brindes, piscar de olhos cúmplices ou slogans ambíguos, os holandeses e os romenos escolheram a cartada do humor.
O Parlamento Europeu é a única instituição supranacional do Mundo a ser eleita democraticamente. Porém, após trinta anos de existência, continua a ser considerado um assunto para elites.
Desemprego em alta, protecção social em baixa. A Europa tem dado pouca atenção às camadas mais populares. Na opinião do politógo espanhol, Vicenç Navarro, esta realidade explica as elevadas taxas de abstenção que se anunciam