Crise
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Património
Pedras velhas, novos negócios
8 fevereiro 20122Frankfurter Allgemeine Zeitung Frankfurt -
31 outubro 20112PresseuropEl País
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Austeridade europeia
Gregos regressam à terra
19 outubro 20114The Independent Londres -
Espanha
“Juventude sem futuro” sai à rua
16 maio 2011PresseuropEl País -
18 fevereiro 2011PresseuropABC
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20 agosto 2010PresseuropFinancial Times
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Austeridade
Remédio europeu pode curar a América
13 julho 20101NRC Handelsblad Roterdão -
1 junho 20103România liberă Bucareste
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Que futuro para o euro? /3
Tiremos as lições desta crise!
17 maio 20102La Stampa Turim -
14 maio 2010PresseuropHandelsblatt
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Portugal
Austeridade e Sua Santidade
11 maio 2010PresseuropPúblico -
Crise
Salvámos o euro!
10 maio 2010Presseurop -
Portugal
Aniversário sob o espectro da crise
26 abril 2010PresseuropPúblico -
Os Estados Bálticos e a crise (3)
Lituânia, modelo de austeridade
22 abril 2010The New York Times Nova Iorque -
Os países Bálticos e a crise (1)
O euro está à vista
14 abril 2010Dziennik Gazeta Prawna Varsóvia -
13 abril 2010PresseuropMorgunbladid
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9 abril 20104Presseurop
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8 abril 2010PresseuropLa Tribune
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Crise grega
O drama chegou ao fim – por agora...
26 março 2010Presseurop -
Crise de l'euro
Suspense sobre o futuro do euro
25 março 20101Presseurop -
Crise na Zona Euro
A escolha de Angela Merkel
25 março 2010Süddeutsche Zeitung Munique -
22 março 2010PresseuropAdevarul
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17 março 2010PresseuropSüddeutsche Zeitung
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16 março 2010PresseuropTo Vima
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União Europeia
Euro – o novo de acordo de Ialta
15 março 2010Gazeta Wyborcza Varsóvia -
Crise
Adeus salário fixo
12 março 20102Il Sole-24 Ore Milão -
12 março 20101La Vanguardia Barcelona
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Islândia
A melancolia dos vikings
5 março 2010Le Monde Paris -
Portugal
Os pequenos, a crise, e a saída dela
15 fevereiro 20101La Repubblica Rome -
11 fevereiro 2010
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União Europeia
Madrid à prova com a presidência
4 janeiro 2010Presseurop -
23 outubro 2009Le Monde Paris
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Crise no sector leiteiro
Vacas leiteiras para o matadouro
20 outubro 2009La Repubblica Rome -
6 outubro 2009PresseuropPúblico
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31 agosto 2009PresseuropDe Volkskrant
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Alemanha
Crise enche plateias
27 agosto 20091Süddeutsche Zeitung Munique -
República Checa
Janota quer subir impostos antes das eleições
17 agosto 2009PresseuropLidové noviny -
Comércio
O naufrágio dos porta-contentores
14 agosto 20091Der Spiegel Hamburgo -
13 agosto 2009PresseuropCapital
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Europa Central e Oriental
Vacas magras regressam a galope
12 agosto 2009Gândul Bucareste -
Crise económica
Socialismo à irlandesa
31 julho 2009PresseuropIrish Independent -
Alemanha
A ministra foi de carrinho
29 julho 2009PresseuropDie Tageszeitung -
Ajuda Internacional
Os forretas do G8
13 julho 2009PresseuropCorriere della Sera -
Crise económica
Vender a alma ao banco
10 julho 2009PresseuropNRC Handelsblad -
Alemanha
Os filhos da crise
15 junho 2009PresseuropDer Spiegel -
Economia
Contra a crise, terapia de choque
2 junho 20091PresseuropCotidianul
Os amantes do património mostram-se chocados ao ver a Grécia desnaturar os seus monumentos antigos para agradar aos turistas. No entanto, o mesmo se passa no resto da Europa.
Enquanto as greves paralisam o país e os políticos decidem o destino das economias mais atingidas da zona euro, os gregos estão a ser forçados a recuar no tempo, para fazer face às despesas. Uma reportagem na ilha de Naxos, nas Cíclades.
As medidas de austeridade europeias foram muito criticadas pelos economistas dos Estados Unidos. Segundo Melvyn Krauss, isso resulta de uma falta de entendimento da economia da Europa e do comportamento dos seus consumidores. Em vez de criticar a Europa, a América faria melhor em adotar táticas semelhantes.
Duramente atingida pela crise, submetida ao rigor e confrontada com greves, a Roménia está à beira da falência. Nem os seus dirigentes nem os investidores europeus parecem dispostos a ajudá-la. O România Liberă teme que possam ser a Rússia e a China a beneficiar com esta situação.
Ao contrário do que afirmam beatificamente os dirigentes, o Tratado de Lisboa e o mecanismo de salvamento dos países em dificuldade não é suficiente para assegurar o futuro da Europa. A fim de evitar novas crises, é necessária mais integração, alvitra a editorialista do La Stampa Barbara Spinelli.
Saudada pela imprensa europeia, a decisão dos Vinte e Sete – com excepção do Reino Unido – de criar um mecanismo de assistência financeira de 750 mil milhões de euros deve reabilitar a confiança na moeda única. Os seus efeitos ainda estão por verificar, mas trata-se já de um esboço de governação económica da União.
Com o país gravemente afectado pela crise económica, o Governo lituano impôs – como nenhum outro Governo à excepção do irlandês – cortes severos nos gastos públicos. Apesar de a austeridade ainda não ter provocado o mesmo nível de protestos da Grécia ou de Espanha, os custos individuais e sociais são tremendos.
O pior já passou para os países bálticos. Pela primeira vez desde o início da crise financeira, as notas da Lituânia, da Letónia e da Estónia subiram. E, em breve, as três repúblicas deverão poder entrar para a zona euro.
Com o acordo celebrado no passado dia 25 de Março à noite, sobre o plano de salvamento da Grécia, os países da zona euro puseram termo a uma tragédia que durava há dois meses. Porém, a solução encontrada está longe de ser a ideal e a fractura que se abriu no seio da União vai levar tempo a sarar, nota a imprensa europeia.
Reunidos em Bruxelas, os líderes dos 27 deverão debruçar-se, entre outras coisas, sobre as possibilidades de salvar as finanças gregas. Apesar de a dupla franco-alemã estar em crise, é das suas decisões que depende o futuro da moeda única e da sua adopção pelos outros países da União.
Custe a quem custar, a chanceler alemã vai obrigar a Europa à disciplina fiscal, após o fiasco grego. Está em causa o trabalho de várias gerações de políticos, alerta o Süddeutsche Zeitung.
Os membros mais antigos contra os novos, países irresponsáveis contra países rectos, tolerância da UE em relação aos pedidos excessivos: a crise em torno da moeda única revelou uma nova fractura dentro da União, de acordo com o analista político búlgaro Ivan Krastev
Atingidos pela crise e vítimas de uma dívida pública esmagadora, vários países decidiram reduzir os rendimentos dos funcionários. Uma medida impopular mas necessária, visto que não podem desvalorizar a moeda, embora não inédita, explica Il Sole 24 Ore.
O projecto de renovação urbana da capital grega está a sofrer as consequências do plano de austeridade aprovado no início de Março pelo Governo, para remediar o estado calamitoso das finanças públicas. Não havendo dinheiro, será preciso seguir por outras vias, a começar pelo combate à invasão de automóveis e ao desenvolvimento urbano caótico.
Em 6 de Março, os islandeses deverão pronunciar-se em referendo sobre o pagamento da dívida do país. Atingidos em cheio pela derrocada dos seus bancos, viram descer bruscamente o seu nível de vida e, agora, sentem-se tentados a virar as costas à Europa e a procurar a salvação económica nos ofícios tradicionais.
O primeiro dos "PIGS" (acrónimo inglês depreciativo para os países em crise, Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), Portugal, também atravessa um período conturbado. Mas o seu modesto dinamismo permite-lhe não sofrer com demasiada violência as repercussões da crise.
A Espanha assume a liderança da UE por seis meses com dois objectivos: encontrar uma resposta para a crise económica e aplicar o Tratado de lisboa. Mas os diários El País e El Mundo estão muito divididos sobre as hipóteses de sucesso de um Governo enfraquecido.Debate.
Na Europa, os governos põem em prática novas medidas de retoma do crescimento. Porém, perante um ano de risco de recessão, os 27 não conseguem coordenar-se para enfrentar em conjunto uma "saída para a crise", sublinha o Le Monde.
A descida acentuada do custo do leite nestes últimos meses na Europa teve um custo tão elevado que determinados criadores preferem abater o gado a continuar a produzir inutilmente. Eis o motivo pelo qual exigem que se continue a discutir a política das quotas e dos subsídios. Reportagem do Norte de Itália.
Se há um sector que vai bem na Alemanha e na Áustria, nestes tempos de penúria, é o teatro. Porque a crise fornece matéria para representar as aflições da alma humana face à adversidade e ao poder do capitalismo.
A crise económica mundial está a ter um impacto desastroso nos transportes marítimos: a procura e os preços caíram a pique e os portos estão apinhados de cargueiros vazios. Gerou-se uma concorrência feroz a que nem todos vão sobreviver.
A crise reina na Europa Central e Oriental. Países que, como os Estados Bálticos, apresentavam taxas de crescimento surpreendentes são, agora, obrigados a cortar a esmo nos orçamentos, a começar pelos salários dos funcionários públicos. E aos ministros cabe dar o exemplo.