Conselho Europeu
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31 janeiro 2012Le Temps Genebra
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União Europeia
O fim do mito da igualdade
17 janeiro 2012149Gazeta Wyborcza Varsóvia -
União fiscal
Novo tratado – uma dor de cabeça legal e económica
14 dezembro 20113PresseuropFinancial Times -
Reino Unido
Clegg amua por causa do veto de Cameron
13 dezembro 20113PresseuropThe Independent -
Reino Unido
Como as ilhas Caimão, mas à chuva
12 dezembro 201117The Independent Londres -
Conselho Europeu
A Europa não admite que os britânicos tinham razão
12 dezembro 2011113The Daily Telegraph Londres -
Conselho Europeu
Começou a desconstrução
12 dezembro 20115PresseuropGazeta Wyborcza -
Conselho Europeu
Os ziguezagues da diplomacia húngara
12 dezembro 20111PresseuropNépszabadság -
9 dezembro 2011Al-Mustaqbal Beirute
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União Europeia
A união do medo
9 dezembro 20111PresseuropTo Vima -
Crise da dívida
As soluções de Van Rompuy e Barroso
7 dezembro 20113PresseuropEl País -
27 outubro 20116Le Monde Paris
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Crise da dívida
Promessas portuguesas e garantias gregas
24 junho 2011PresseuropPúblico -
Crise da dívida
Euro : alívio organizado
23 junho 20112Le Monde Paris -
Pacto para o euro
A nova casa comum
25 março 20113Rzeczpospolita Varsóvia -
Conselho Europeu
A fuga para a frente da zona euro
24 março 20111Presseurop -
Conselho Europeu
O euro e os seus dezassete Sísifo
24 março 20114La Tribune Paris -
24 março 2011Presseuropi
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Crise da dívida
Portugal opta pelo naufrágio
23 março 20112Público Lisboa -
23 março 2011PresseuropLe Soir
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Crise do euro
Tratado revisto para reforço da moeda
17 dezembro 2010PresseuropEl País -
Conselho Europeu
Uma cimeira da UE enevoada
16 dezembro 20102Süddeutsche Zeitung Munique -
Conselho Europeu
A moeda que procura desesperadamente um país
13 dezembro 2010PresseuropPúblico -
Tratado de Lisboa
Um ano... e já está velho
1 dezembro 20101El País Madrid -
Conselho Europeu
Van Rompuy, presidente há um ano
18 novembro 2010PresseuropLe Soir -
Editorial
Egoísmos
17 setembro 2010Presseurop -
Presidência da UE
Madrid foi vítima das circunstâncias
30 junho 2010El País Madrid -
Presidência da UE
Presidência belga modesta e realista
30 junho 2010PresseuropPresseurop -
Conselho Europeu
Governação económica vai ter de esperar
18 junho 20102Presseurop -
Editorial
Um novo mapa da Europa
12 fevereiro 2010Presseurop -
Zona euro
Rumo a um federalismo em crise
10 fevereiro 2010Presseurop -
União Europeia
Van Rompuy para um Governo económico
9 fevereiro 2010PresseuropLe Soir -
Alta Representante para os Negócios Estrangeiros
Um monstro burocrático a seus pés
20 novembro 20091Der Spiegel Hamburgo -
Conselho Europeu
Arranjinhos entre amigos
18 novembro 2009Presseurop -
Instituições europeias
Onde param as mulheres?
17 novembro 2009La Stampa Turim -
Nomeações
Miliband sai, Van Rompuy em baixa
10 novembro 2009PresseuropLe Soir -
Diplomacia
Uma voz para a Europa, mas qual?
5 novembro 20091El País Madrid -
Presidência da UE
Combate dos chefes: primeiro round
29 outubro 20091Presseurop -
A Europa após Lisboa / 2
Europa tem o mundo ao alcance da mão
7 outubro 2009Financial Times Londres -
Aquecimento climático
Cem mil milhões para salvar o planeta
9 setembro 2009La Stampa Turim -
Instituições
Solana e o jogo diplomático
15 julho 20091Gazeta Wyborcza Varsóvia
Quer se trate do projeto de tratado europeu, da descida de notação de nove países pela Standard & Poor’s ou das advertências à Hungria, atualmente, tudo demonstra que na UE os mais fortes estão em vias de impor a sua lei aos mais pequenos, lamenta um editorialista polaco.
Ao recusar uma maior integração europeia no sentido de defender os privilégios da cidade, David Cameron relegou o Reino Unido para uma posição de ilha irrelevante nas margens da Europa, argumenta John Lichfield.
Se os britânicos forem marginalizados após o turbulento Conselho Europeu da semana passada, deve-se apenas ao facto de o Velho Continente estar furioso por o Reino Unido nunca ter aderido ao projeto do euro, defende o presidente da Câmara Municipal de Londres, Boris Johnson.
A crise da zona euro torna necessária uma maior integração política da UE. Mas a via seguida pelos dirigentes europeus deixa de lado aquilo que deveria ser a sua prioridade: o bem-estar dos cidadãos, definido num quadro democrático, considera o sociólogo Jürgen Habermas.
No momento em que existe de novo o perigo de a moeda única se afundar, os dirigentes dos Vinte Sete reúnem-se em Bruxelas, para um Conselho Europeu, no decorrer do qual deverão aperfeiçoar o mecanismo destinado a evitar que a crise grega se replique.
O pacto para o euro, em discussão pelos Vinte e Sete nos próximos dias em Bruxelas, prevê uma profunda reconstrução da "casa económica europeia". Para enfrentarem as contrariedades, os principais arquitetos, a França e a Alemanha, apostam na funcionalidade e na segurança, com prejuízo da variedade.
Os Vinte e Sete reúnem-se para um Conselho Europeu consagrado, sobretudo, a uma “resposta integrada” da União à crise da zona euro – a começar pelo pacto para o euro. Mas a imprensa europeia lamenta o adiamento da discussão sobre a reforma do Fundo Europeu de Estabilização Financeira e o nascimento de uma Europa a duas velocidades.
As cimeiras europeias organizadas desde o início da crise grega não impediram que a Europa mergulhasse na recessão e na crise política, e a cimeira que começa em 24 de março não irá mudar nada, escreve La Tribune. As únicas alternativas consistem em aliviar o fardo dos países altamente endividados ou organizar a saída do euro.
Salvar o euro: uma vez mais, a cimeira europeia que se realiza a 16 e 17 de dezembro vai decidir meios para travar a crise. Mas, em Bruxelas, instâncias de decisão e observadores não parecem já saber muito bem por onde vão.
Mal entrou em vigor, a 1 de dezembro de 2009, o novo funcionamento da União Europeia viu-se a braços com a crise. Mas, com o tempo, escreve um editorialista espanhol, as suas vantagens serão cada vez mais visíveis.
Os seis meses passados à frente da União Europeia terão sido uma dura prova para o Governo espanhol. A crise económica, o início da entrada em vigor do Tratado de Lisboa e a falta de visão estratégica da UE dificultaram a sua ação. Uma situação que revela a fragilidade do sistema de presidência rotativa.
Na cimeira de 17 de Junho, em Bruxelas, os 27 estabeleceram as bases de uma “governação” com o objectivo de coordenarem melhor as suas políticas económicas. Mas não deram o passo necessário para criar uma verdadeira gestão comum da economia e querem impor uma improvável taxa sobre os bancos, escreve a imprensa europeia.
A reunião dos 27 que se realiza esta quinta-feira, em Bruxelas, em plena crise financeira, poderá ver nascer uma espécie de governo económico europeu. Essa ideia, durante muito tempo combatida por alguns Estados-membros, parece hoje incontornável, constata a imprensa.
Com a sua nomeação para o cargo de Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Catherine Ashton tornou-se, de um dia para o outro, uma das mulheres mais poderosas do mundo. Mas o seu papel, considerado de maior prestígio do que o do presidente da UE, não vai ser fácil, escreve a revista Der Spiegel.
Maioritárias entre a população europeia, as mulheres estão sub-representadas nos cargos chave das instituições. No momento em que os 27 se reúnem para designar as personalidades que irão ocupar as mais altas funções na União, as mulheres pedem que a paridade seja respeitada.
O Tratado de Lisboa prevê a criação de um corpo diplomático comum para os 27, sob a alçada de um Alto Representante. Mais esta bela ideia esbarra num pequeno problema: os Estados e as diferentes instituições disputam o direito de o dirigir.
O tema não constará da agenda da reunião do Conselho Europeu que terá início a 29 de Outubro, em Bruxelas, mas vai estar presente em todos os espíritos. Quem será o próximo rosto da UE? A voz do célebre "número de telefone" que Henry Kissinger procurou em vão? A imprensa europeia faz as suas apostas.
Há quem argumente que, fortalecida pela aprovação do Tratado de Lisboa pela Irlanda, a União Europeia poderá estar agora em vias de se transformar numa superpotência mundial. O meio para concretizar essa ambição é a nova plataforma oferecida pelo G20, escreve Gideon Rachman no Financial Times.
Consolidée par le oui irlandais au traité de Lisbonne, l'Union européenne serait désormais sur le point de se transformer en superpuissance planétaire. Pour cela, elle peut se servir de la nouvelle tribune internationale, espère l'éditorialiste du Financial Times Gideon Rachman.
A menos de três meses da Conferência sobre o Clima (COP15), em Copenhaga, a Europa quer assumir a liderança na luta contra o aquecimento climático. Num documento que deve ser apresentado no dia 10 de Setembro ao Conselho da Europa, a Comissão Europeia pormenoriza o financiamento das medidas que pretende propor.
O alto representante para a Política Externa Comum anunciou que vai deixar o lugar no próximo Outouno. O balanço da sua acção depende, em parte, da boa vontade dos Estados-membros.