Alterações climáticas
-
Alterações climáticas
Parlamento Europeu reavalia tonelada de CO2
21 dezembro 20112PresseuropEl País -
Alterações climáticas
A Europa tem de mudar de atitude
8 dezembro 20113Trouw Amsterdam -
Alterações climáticas
A Europa prepara-se para um ‘triplo salto mortal’ em Durban
28 novembro 20111PresseuropIl Sole-24 Ore -
Alterações climáticas
Polónia descontente com mais reduções de CO2
5 julho 20112PresseuropRzeczpospolita -
30 maio 20111PresseuropThe Guardian
-
Alterações climáticas
Vai estar calor no “Club Med”
1 fevereiro 2011PresseuropPúblico -
Alterações climáticas
A ecocracia será o género humano?
13 dezembro 20104Der Freitag Berlim -
Energias renováveis
A Europa põe-se verde
29 novembro 2010Il Foglio Milão -
Ciência do clima
Uma apólice de seguro contra o aquecimento global
19 março 2010PresseuropThe Economist -
12 fevereiro 20102NRC Handelsblad Roterdão
-
17 dezembro 20093The Guardian Londres
-
8 dezembro 2009PresseuropMladá Fronta DNES
-
7 dezembro 20091Trouw Amsterdam
-
7 dezembro 2009The Independent Londres
-
2 dezembro 2009PresseuropThe Independent
-
13 novembro 2009PresseuropDe Volkskrant
-
Conferência de Copenhaga
Conferência sobre o clima não muito COP
6 novembro 2009PresseuropThe Independent -
7 outubro 2009PresseuropLa Vanguardia
-
Eleições alemãs
Uma viragem liberal para a Europa?
29 setembro 2009PresseuropDie Tageszeitung -
Commissão Europeia
O triunfo do homem do aparelho
17 setembro 2009The Independent Londres -
"Low cost"
Vôos baratos reforçam identidade europeia?
28 agosto 20091Cafebabel.com Paris -
Energia renovável
África pode produzir electricidade para a UE
25 agosto 2009The Independent Londres -
Alterações climáticas
Copenhaga tem de pensar na água
30 julho 2009PresseuropLibération
Com a conferência de Durban a terminar, a União não pode continuar a abordar a questão das alterações climáticas com uma atitude paternalista para com os países emergentes. Porque precisa deles para sair da crise financeira e fica à mercê das condições que esses países lhe impõem.
A conferência de Cancun sobre o clima permitiu progredir um pouco na luta contra as alterações climáticas. Mas para o semanário alemão Freitag, teremos de escolher entre dois modelos: a ecoditadura ou ecocracia.
A crise permitiu reduzir as emissões de CO2, mas também mina os alicerces da “economia verde” europeia. Ao voltar a trazer à discussão os subsídios às tecnologias menos eficientes, este choque pode revelar-se salutar para o desenvolvimento do setor.
Aqueles que duvidam do aquecimento climático, ou cépticos do clima, vão de vento em popa: aproveitam os mínimos erros dos cientistas para dizerem que o aquecimento do planeta não é consequência das actividades humanas e para, com uma boa dose de má fé, segundo três peritos em sustentabilidade num artigo de opinião publicado no NRC Handelsblado, acusarem de mistificação o IPCC, o organismo que tem por tarefa avaliar as alterações climáticas.
O provável fiasco da cimeira do clima em Copenhaga, que visava progressos no combate ao aquecimento global, fica a dever-se à falta de imaginação de uma Humanidade que já não consegue viver com restrições. Eis um apelo apaixonado do escritor e ambientalista britânico George Monbiot.
Várias empresas e organizações, entre as quais a Shell, declaram-se partidárias do armazenamento, no subsolo, do CO2 capturado nos fumos industriais. Uma
técnica à qual diversos cientistas, anteriormente cépticos, parecem estar a aderir. Mas os interesses económicos são tão poderosos que é difícil encontrar peritos independentes.
Sem grande entusiasmo, Durão Barroso foi reeleito para a presidência da Comissão Europeia com 382 votos contra 219. Adrian Hamilton, em The Independent, diz que a Europa precisava de alguém com mais envergadura que um burocrata para enfrentar a recessão, as alterações climáticas e segurança energética.
As viagens de avião a baixos preços são uma realidade para os europeus de hoje, fazem parte da sua vida diária. Taxar o impacte das companhias aéreas sobre o ambiente pode ter consequências graves para a ainda frágil identidade comum europeia que dão aos cidadãos que delas usufruem, apesar de as viagens "low cost" não serem, de todo, amigas do ambiente.
Nas últimas semanas, foram lançados dois enormes projectos de geração de energia. Um pretende alimentar a maior captação solar a nível mundial, o outro a maior barragem hidroeléctrica do planeta. Apesar de situados em África, ambos se destinam a exportar electricidade para a Europa. The Independent pesa os prós e contras de dois projectos ambiciosos, que, de acordo com muitos críticos, têm contornos coloniais de apropriação da energia.