Letônia
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Debate
Euro, tão perto e tão longe
10 novembro 201115Respekt Prague -
Caminho-de-ferro
A grande rede europeia está no bom caminho
20 outubro 2011PresseuropLa Vanguardia -
15 setembro 20114Polityka Varsóvia
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1991-2011
A história de sucesso do Báltico
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A invasão de trabalhadores do Leste não acontecerá
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O euro já não faz sonhar
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Valka-Valga, a vida a dois tempos
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Minorias privadas da sua própria língua
6 janeiro 20114De Volkskrant Amesterdão -
Países bálticos
Em direção ao euro
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Meio milhão de trabalhadores pobres
2 dezembro 2010PresseuropJornal de Notícias -
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Ser funcionário público já não é o que era
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Comissão cede à rebelião
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Ilmars Poikans, o pesadelo das elites letãs
21 maio 2010Süddeutsche Zeitung Munique -
A crise e os Estados Bálticos (2)
Letónia: de Tigre Báltico a doente da Europa
19 abril 20101The Independent Londres -
Os países Bálticos e a crise (1)
O euro está à vista
14 abril 2010Dziennik Gazeta Prawna Varsóvia -
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Quanto mais a UE faz, menos se sabe
2 abril 20104The New York Times Nova Iorque -
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12 março 20102Il Sole-24 Ore Milão -
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18 fevereiro 20101Handelsblatt Dusseldorf -
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A grande limpeza do Báltico
11 fevereiro 2010PresseuropHelsingin Sanomat -
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Heroína em busca de boa uma história
22 janeiro 20102Presseurop -
Europa Central e de Leste
Previsões sombrias
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A Suécia no xadrez do Báltico
18 novembro 2009PresseuropSvenska Dagbladet -
12 novembro 2009
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6 novembro 2009PresseuropDagens Nyheter
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31 agosto 2009PresseuropDe Volkskrant
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21 agosto 2009Revista 22 Bucareste
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17 agosto 2009Financial Times Londres
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Nove países para um só mar
17 agosto 2009Polityka Varsóvia -
13 agosto 2009PresseuropCapital
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Vacas magras regressam a galope
12 agosto 2009Gândul Bucareste -
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4 agosto 2009PresseuropMladá Fronta DNES -
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Torre de Babel
Mulheres ao volante....
26 junho 20092Cafebabel.com Paris
Do Reino Unido à República Checa, os dez países da UE que não são membros da zona euro são muito diferentes. Mas nesta época de crise do euro, todos se interrogam sobre a oportunidade de adotarem, um dia, a moeda única.
A crise favorece o desenvolvimento de uma nova classe social emergente na Europa. Batizada como “o precariado” pelos sociólogos, é composta por jovens sem perspetiva de emprego certo e de uma vida decente.
Em agosto de 1991, a Lituânia, a Letónia e a Estónia declararam a independência da URSS, em pleno processo de dissolução. Vinte anos depois, apesar de alguns solavancos, viraram definitivamente a página do comunismo e retomaram as suas raízes europeias.
Quase todos os observadores estão de acordo: a UE atravessa uma crise que põe em causa o seu futuro. Contudo, a sua capacidade de adaptação e o contributo dos seus Estados-membros mais recentes permitir-lhe-ão sair da crise. Eis o cenário otimista do editorialista polaco Jacek Pawlicki.
Aí está: a 1 de maio, o mercado de trabalho alemão abrirá portas a polacos, checos e outros cidadãos da Europa Oriental. Mas o temido afluxo em massa de trabalhadores estrangeiros não vai acontecer. Pelo contrário, as empresas alemãs vão mesmo ter que se esforçar para atrair esta nova força de trabalho.
A crise na zona euro arrefeceu o entusiasmo pela moeda única, na maior parte dos países da Europa Central. Hoje, só os Estados bálticos continuam a sonhar com a adoção da moeda única, escreve o Rzeczpospolita.
Quando se atravessa a fronteira entre Valka, a Letã, e Valga, a Estónia, não se muda apenas de país, mas também um pouco de época. História de uma querela entre Antigo e Moderno, no extremo da Europa.
Nas três antigas repúblicas soviéticas que agora são membros da UE, as minorias russas e polacas são uma parte importante da população mas têm muito poucos direitos linguísticos. Um jornalista holandês indigna-se.
A 1 de janeiro, a Estónia tornar-se-á a primeira república do Báltico a aderir à zona euro. Uma adesão que, segundo um politólogo estónio, incentivará os dois outros Estados bálticos e permitirá uma aproximação entre os três países, cujas relações se caracterizaram pela falta de cooperação.
Das machadadas dos ingleses aos despedimentos dos franceses, espanhóis, alemães e letões, a austeridade põe em causa o mito segundo o qual os funcionários públicos são imunes às crises.
Depois de ter pirateado dados fiscais confidenciais, este matemático atribuiu a si mesmo uma missão: revelar os abusos de todos os que enriquecem com a crise.
Com a mais elevada taxa de desemprego da UE, acabaram os anos de crescimento capitalista para a Letónia e muitos dos seus cidadãos almejam o regresso das pobres certezas da vida sob o regime comunista, relata o The Independent.
O pior já passou para os países bálticos. Pela primeira vez desde o início da crise financeira, as notas da Lituânia, da Letónia e da Estónia subiram. E, em breve, as três repúblicas deverão poder entrar para a zona euro.
Apesar de se falar cada vez mais da UE, o corpo de imprensa de Bruxelas é cada vez mais reduzido. O fenómeno é particularmente visível entre os jornalistas das novas democracias da Europa de Leste.
Na Europa, o sector da educação foi especialmente atingido pelos cortes orçamentais e pelas reduções de funcionários e investimentos. Algumas instituições, como acontece no Reino Unido, estão pura e simplesmente à beira da falência. E as instituições de ponta poderão em breve desaparecer das listas das melhores, a nível internacional.
Atingidos pela crise e vítimas de uma dívida pública esmagadora, vários países decidiram reduzir os rendimentos dos funcionários. Uma medida impopular mas necessária, visto que não podem desvalorizar a moeda, embora não inédita, explica Il Sole 24 Ore.
Fragilizada pela crise grega, a União Monetária tem de seguir em frente, para se reforçar, garante o Handelsblatt. Para este diário económico, chegou a altura de integrar na zona euro as economias mais dinâmicas da União Europeia: as dos países de Leste.
São chefes de Governo – antigos ou em funções – comissários europeus, patrões de grupos energéticos nacionais. Todos mantêm relações privilegiadas com o gigante russo da energia e defendem os interesses deste e os seus projectos, em Bruxelas, em detrimento das iniciativas europeias.
O dia 23 de Agosto é "Dia Europeu de Recordação das Vítimas do Nazismo e do Estalinismo". Condenar o totalitarismo – talvez uma causa nobre, mas provocou controvérsia na Rússia, onde Estaline continua a ser um herói nacional. Os seus defensores recordam que a Rússia salvou muitas vidas ameaçadas pelo nazismo. Contudo, os russos continuam sem acesso aos seus ficheiros do tempo da União Soviética, um grande impedimento a que os Estados ex-soviéticos compreendam realmente o seu passado totalitário.
Ancara pode jogar outra cartada, se o seu desejo de adesão à Europa sair frustrado: aproximar-se dos seus vizinhos do Médio Oriente e trabalhar na formulação de um projecto de cooperação regional decalcado da UE.
Será que a Islândia e a Letónia vão conseguir pagar a dívida externa acumulada por uma ínfima parte da sua população? A União Europeia e o FMI aconselharam a substituição das dívidas privadas por obrigações públicas e o pagamento através do aumento dos impostos, redução da despesa pública e obrigando os cidadãos a utilizar as suas poupanças.
Desde há alguns anos que o Báltico passou a ser o mar interior da UE. Mas que tipo de mar vem a ser este afinal: será pequeno, fechado e pouco profundo, dividindo mais do que aproxima, ou será antes um pólo de desenvolvimento económico e ambiental por onde passa o futuro dos Estados Bálticos e dos restantes países da UE seus vizinhos?
A crise reina na Europa Central e Oriental. Países que, como os Estados Bálticos, apresentavam taxas de crescimento surpreendentes são, agora, obrigados a cortar a esmo nos orçamentos, a começar pelos salários dos funcionários públicos. E aos ministros cabe dar o exemplo.
Apenas 44% dos europeus são favoráveis ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. No passado mês de Abril, a Suécia aprovou a lei do casamento homossexual. Foi o quinto país europeu a reconhecer a igualdade entre casais hetero e homossexuais. Apesar das aparências, a Europa continua a ser conservadora. Cafebabel.com faz um roteiro dos locais "gay-friendly".
Um grupo de políticos de destaque da Europa Central e de Leste mandaram um sinal de aviso ao Presidente dos EUA. A América não deve esquecer a Europa Central e de Leste, tem de adoptar uma política firme e com princípios em relação à Rússia, uma vez que o diferendo sobre o sistema de defesa antimísseis será um teste à credibilidade de Washington. É o que dizem os signatários de uma carta aberta a Barack Obama, entre os quais se incluem Lech Walesa, Aleksander Kwasniewski e Vaclav Havel
Obama esmagou um insecto maçador em directo na televisão e o mundo inteiro deu um salto. Decididamente, o novo Presidente norte-americano não usa vinagre para apanhar moscas. Panorama das expressões europeias.
A Letónia registou em tempos o maior crescimento da UE. Mas agora está a passar por um mau bocado: acaba de reduzir as despesas do Estado e de baixar os salários. E, ao que tudo indica, é provável que venha a desvalorizar a moeda.
Em toda a Europa, as mulheres têm má fama ao volante. Uma antologia de 'bocas' machistas que atravessam fronteiras e países.