Grécia
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Crise grega: Os búlgaros receiam ser vítimas colaterais
7 julho 2011PresseuropKapital -
Crise grecque: Suores de medo
6 julho 201149 The Nation Banguecoque -
Portugal: Moody’s atira Portugal para o “lixo”
6 julho 2011204 1Presseuropi -
Grécia: Após resgate, novos rumores de default
5 julho 2011PresseuropPúblico -
Grécia: Atenas sob “protetorado” da UE
4 julho 2011PresseuropTo Ethnos -
Debate: A Europa cosmopolita ou falência
1 julho 2011312 15 Die Zeit Hamburgo -
Editorial: Mito grego e orçamento de Bruxelas
1 julho 201144 1Presseurop -
Austeridade: A Europa tem de apertar o cinto
1 julho 20111PresseuropPúblico -
Crise da dívida: Ilusória ajuda à Grécia
1 julho 2011PresseuropHandelsblatt -
Grécia: Reconfortante
30 junho 201136 The Guardian Londres -
Crise grega: Na caverna de Platão
30 junho 2011105 2 El Mundo Madrid -
Grécia: Gases lacrimogéneo de rigor
30 junho 2011PresseuropEleftherotypia -
Alargamento: Bons conselhos
29 junho 201140 Le Vif/L’Express Bruxelas -
Grécia: Um voto sobre as brasas
29 junho 201120 1 Eleftherotypia Atenas -
Orçamento europeu: A crise mudou as regras dos fundos estruturais
28 junho 201133 1PresseuropPúblico -
Crise da dívida: Plano francês dá esperança aos gregos
28 junho 2011PresseuropTa Nea -
Ideias: Em direção a uma União soberana
27 junho 2011123 9 Dziennik Gazeta Prawna Varsóvia -
Emprego: 20% dos jovens europeus estão desempregados
27 junho 2011PresseuropPolitiken -
Grécia: A crise segundo Dimitra
24 junho 2011107 3 Foreign Policy Washington DC -
Crise da dívida: Salvemos a Grécia e seja o que Deus quiser
24 junho 201125PresseuropPresseurop -
Crise da dívida: Promessas portuguesas e garantias gregas
24 junho 2011PresseuropPúblico -
Crise da dívida: Euro : alívio organizado
23 junho 201162 2 Le Monde Paris -
Opinião: Aprender a dizer a verdade
22 junho 2011212 5 La Repubblica Roma -
Grécia: Polegar para cortar
22 junho 201117 I Kathimerini Atenas -
Crise da dívida: Por que motivo o BCE exclui a reestruturação
21 junho 2011147 3 Mediapart Paris -
Crise da dívida: Bancos arrastam os pés
21 junho 20111PresseuropFinancial Times Deutschland, Financial Times Deutschland -
Grécia - China: Privatizações
21 junho 2011104 The New York Times Nova Iorque -
Crise da dívida: Óbito de uma moeda única
20 junho 2011464 15 Der Spiegel Hamburgo -
Grécia - Alemanha: Berlim enterra euro depressa de mais
20 junho 2011143 23 To Vima Atenas -
Crise da dívida: O drama da solidariedade
17 junho 2011261 8 Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung Frankfurt -
Grécia: Pânico a bordo
17 junho 201133 Le Vif/L’Express Bruxelas -
Reportagem: Os Indignados da praça Sintagma: “Este dia é nosso!”
16 junho 201175 2 Eleftherotypia Atenas -
Grécia: Papandréou mergulha
16 junho 201125 I Kathimerini Atenas -
Crise da dívida: Democracia renasce na Grécia
16 junho 2011355 4 The Guardian Londres -
Grécia: Governo preso por um fio
15 junho 2011PresseuropTo Ethnos -
Crise da dívida: A Grécia pode afundar o euro
14 junho 2011417 15 The Irish Times Dublin -
Crise da dívida: Cortes
14 junho 201131 Le Vif/L’Express Bruxelas -
Crise da dívida: As agências de notação atacam o euro
13 junho 2011465 10 Libération Paris -
Grécia: Sangue e lágrimas
10 junho 20114PresseuropTa Nea -
Grécia: Sísifo e a dívida
9 junho 201147 Süddeutsche Zeitung Munique -
Grécia: O Governo entre a espada e a parede
6 junho 2011PresseuropTa Nea -
Grécia: Uma boia de salvação demasiado pesada para ser usada
3 junho 201139 Le Vif/L’Express Bruxelas -
Grécia: A vida na era da Troika
1 junho 2011256 To Vima Atenas -
Crise da dívida: A confederação dos estúpidos
31 maio 2011188 11 Jornal de Negócios Lisboa -
Ficção política: Ousemos a Europa 2.0!
30 maio 2011245 7 Die Welt Berlim -
Crise da dívida: Bancos portugueses ameaçados pela crise grega
27 maio 201149PresseuropJornal de Negócios -
Imigração: A incontrolável fronteira greco-turca
26 maio 201183 2 Le Monde Paris -
Grécia: “Indignados” espanhóis criam émulos
26 maio 20111PresseuropTa Nea -
Grécia: O peso da crise, o choque das medidas
24 maio 20112PresseuropTo Ethnos -
Economia: Por que deve o FMI continuar em mãos europeias
20 maio 201169 4 Le Figaro Paris
Para o sociólogo Ulrich Beck, uma Europa federal ou uma união de Estados-nação estão fora de questão e/ou não são uma opção. Está na altura de dar ao projeto cosmopolita, mais aberta e mais democrática.
À semelhança da miragem descrita pelo filósofo ateniense, as soluções adotadas para impedir que a crise da dívida grega não arraste o euro atrás de si são tão paradoxais que os europeus não as querem encarar, estima o diretor-adjunto do El Mundo.
Entre 29 e 30 de junho, os deputados gregos deverão votar no plano de austeridade exigido pela UE e pelo FMI no sentido de evitar a falência do país. Uma decisão sem precedentes na história da democracia grega que alimenta as tensões do país.
A aceleração que a integração europeia adquiriu durante a crise – com o esboço de uma governação económica – constitui o primeiro passo em direção a novas cedências positivas de soberania em benefício da UE, observa o cronista do Dziennik Gazeta Prawna, Andrzej Talaga.
Não são apenas jovens indignados que se manifestam nas ruas de Atenas: também há aqueles que, como Dimitra, tenham trabalhado uma vida inteira e vejam hoje o seu nível de vida e o seu ambiente degradar-se, como nos conta a correspondente da Foreign Policy.
No momento em que existe de novo o perigo de a moeda única se afundar, os dirigentes dos Vinte Sete reúnem-se em Bruxelas, para um Conselho Europeu, no decorrer do qual deverão aperfeiçoar o mecanismo destinado a evitar que a crise grega se replique.
A crise expôs os embustes e subterfúgios da política, mas os líderes europeus continuam a esconder-se atrás do seu dedo mindinho e a negar o óbvio. No entanto, apenas a franqueza e a coragem de dizer as coisas como elas são pode salvar a Europa.
Para muitos economistas, a reestruturação da dívida é a única saída possível para a crise grega. Uma opção que o Banco Central Europeu rejeita categoricamente mas que teria a vantagem de pôr termo à falta de transparência do setor bancário, observa o Médiapart.
Como a Alemanha está a hesitar em ajudar a Grécia, que está quase a entrar em bancarrota, o semanário alemão Der Spiegel afirma que não se trata apenas de salvar a moeda euro, mas que todo o futuro da Europa está a ser ameaçado. Excertos.
Ao publicar uma imagem da bandeira grega sobre o caixão da moeda única, Der Spiegel revela os objetivos ocultos da política alemã: hegemonia germânica. Pelo menos é o que garante o diário ateniente, To Vima.
O plano de resgate da Grécia, para além de ser nefasto, não serve para nada. O Estado de Direito está em declínio. A Europa "virtuosa" está a ser vítima de um bando de ladrões chantagistas, escreve o Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung.
Em 15 de junho, dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se em protesto contra as medidas de austeridade do Governo, nas imediações do Parlamento, em Atenas, onde os "Indignados" gregos acampam já há três semanas. Se a manifestação decorreu de forma pacífica, confrontos eclodiram à margem do desfile, como relata um repórter do Eleftherotypia.
Enquanto o primeiro-ministro grego, Georges Papandreou, tenta impor um segundo pacote de duras medidas de austeridade, a Praça Syntagma, na capital, tornou-se um modelo de democracia direta, escreve um colunista grego. Atenienses de todas as ideologias, idades e profissões acorrem ali para manifestar a sua indignação.
Numa altura em que a Standard & Poor's dá à economia grega a mais baixa notação de crédito do mundo, o editor de Economia do Irish Times defende que, se a longa história de disfunção política e económica do país aponta o seu futuro, os outros 16 países da Zona Euro também estão em risco.
A Moody’s, a Standard & Poor’s e a Fitch, que não previram as crises anteriores, são agora suspeitas de querer destabilizar a zona euro, o que representa uma ameaça mesmo para os países mais sólidos.
Acabaram-se as saídas e as compras, os transportes e os aperitivos na esplanada. Adiam-se as intervenções cirúrgicas e esquecem-se as faturas; terminaram os cursos de apoio escolar: atingidos pela crise, os gregos aprenderam a reduzir drasticamente o seu nível de vida, e o seu quotidiano tornou-se triste.
Ao contentarem-se com a imposição de austeridade aos países endividados, a UE e seus dirigentes dão prova da sua cegueira e estupidez: põem os parceiros em dificuldades, sem daí tirarem qualquer vantagem, nota um jurista português.
Desenha-se uma nova Europa, em consequência da crise: no Norte, as ricas regiões industriais aliadas aos países do arco alpino; no Sul, uma confederação mediterrânica de mais de 100 milhões de habitantes. Se se reinventar segundo este esquema, a União vai portar-se melhor, escreve o sociólogo alemão Gunnar Heinsohn.
Instalada durante quatro meses em frente da cidade turca de Edirne, a missão da Frontex teve certamente um efeito dissuasor no ponto mais vulnerável do espaço Schengen, mas também fez o problema mudar de sítio. Reportagem.
No momento em que a zona euro está em risco de explodir, a Europa não deve renunciar à presidência do Fundo Monetário Internacional em proveito da Ásia ou da América Latina, considera um editorialista do Figaro, segundo o qual a ministra das Finanças francesa, Christine Lagarde, é a pessoa mais qualificada para ocupar o cargo de Dominique Strauss-Kahn.