Geórgia
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Parceria Oriental
A UE não é a cabeça do Oriente
29 setembro 20111Polityka Varsóvia -
26 maio 2011PresseuropEl País
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16 novembro 2010Le Monde Paris
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Gás natural
Moscovo marca mais um ponto contra Bruxelas
12 outubro 2010PresseuropLa Tribune -
Imigração
O primeiro repatriamento coletivo da UE
4 outubro 2010PresseuropLe Monde -
15 abril 2010PresseuropRomânia liberă
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Geopolítica
As revoluções param a Leste
11 março 2010Tygodnik Powszechny Cracóvia -
Asilo político
Polónia, o país mais hospitaleiro da UE
15 dezembro 2009PresseuropDziennik Gazeta Prawna -
Editorial
A Leste, nada de novo
11 dezembro 2009Presseurop -
Geórgia-Rússia
UE, um Julgado de Paz muito tímido
1 outubro 2009Presseurop -
12 agosto 2009PresseuropDziennik Gazeta Prawna
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7 agosto 2009PresseuropCotidianul
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Cáucaso
Um ano de paz podre
6 agosto 2009Presseurop
A cimeira da Parceria oriental, projeto apoiado pela Polónia, realiza-se em Varsóvia. Mas o coração da União europeia, embrenhado na crise, estará ausente. E os países parceiros, esses, navegam algures entre a ditadura e a democracia.
Vigilantes em relação ao plano de paz entre Moscovo e Tbilissi depois do eclodir da guerra de 2008, os observadores europeus interrogam-se sobre a sua utilidade. Devido à inexistência de avanços políticos, a situação caiu num impasse e as perspetivas de uma solução a longo prazo estão cada vez mais distantes.
Na Ucrânia e na Geórgia, os movimentos “pró-ocidentais” buscam um segundo fôlego, sem o apoio da UE. Para além dos seus erros, pagam o facto de não corresponderem às ambições geopolíticas da UE, considera o politólogo polaco Olaf Osica.
Num relatório europeu publicado no passado dia 30 de Setembro, a Geórgia é tida como responsável pelo eclodir da guerra com a Rússia, em Agosto de 2008. Moscovo é também acusada de provocações e de uma reacção desproporcionada. Conclusões moderadas que deixam inúmeras questões em aberto, considera a imprensa europeia.
Um ano depois da guerra relâmpago entre a Geórgia e a Rússia, a tensão sobe entre os dois países, que se acusam de querer romper a trégua. Encarregada de vigiar o cessar-fogo e o respeito pelos acordos de paz, a União Europeia interroga-se sobre o seu papel, caso o conflito recomece.