Finlândia
-
Zona euro: Finlândia revela segredos do empréstimo à Grécia
15 maio 201317621PresseuropHelsingin Sanomat -
Báltico: Uma ameaça química no fundo do mar
26 março 201380513 Uważam Rze Varsóvia -
Debate: Beppe Grillo, o populismo libertário
4 março 201322417 De Morgen Bruxelas -
Finlândia: Criação de uma nação inovadora
5 fevereiro 20138247 The Economist Londres -
Escandinávia: ‘O próximo supermodelo’
1 fevereiro 201311221PresseuropThe Economist -
Zona euro: Alemanha, Holanda e Finlândia fazem marcha atrás
27 setembro 20129915PresseuropSüddeutsche Zeitung -
Finlândia: Mais frágil e menos solidária
20 agosto 2012509PresseuropLa Croix -
Crise da zona euro: Helsínquia e Viena defendem Grexit ou fim do euro
17 agosto 201210824PresseuropKurier, The Daily Telegraph, Bild -
Democracia: A Europa não se está a tornar extremista
31 julho 201211312 The Irish Times Dublin -
Crise da dívida: Senhor “não”
3 julho 201226 Trouw Amesterdão -
Eles saíram da crise (3/3): Suécia: uma cura de défice não prejudica
28 junho 201221029 Dagens Nyheter Estocolmo -
Imprensa: Línguas minoritárias fazem-se ouvir
14 junho 20122301 Hufvudstadsbladet Helsínquia -
Primeiras páginas de hoje: 16 março 2012
16 março 201222PresseuropNépszava, Financial Times Deutschland, Financial Times Deutschland & 5 outros -
União Europeia: Nove países querem adotar a taxa Tobin
12 março 201213237PresseuropSüddeutsche Zeitung -
Finlândia: Euroceticismo longe do fim
8 fevereiro 2012252PresseuropHelsingin Sanomat -
Primeiras páginas de hoje: 6 fevereiro 2012
6 fevereiro 201217PresseuropEvenimentul Zilei, Lapin Kansa, Les Echos & 4 outros -
Primeiras páginas de hoje: 23 janeiro 2012
23 janeiro 201225PresseuropVečernji list, Lapin Kansa, La Croix & 4 outros -
Primeiras páginas de hoje: 11 janeiro 2012
11 janeiro 201221PresseuropAamulehti, The Scotsman, El Mundo & 4 outros -
Primeiras páginas de hoje: 15 dezembro 2011
15 dezembro 201117Presseurop -
Primeiras páginas de hoje: 8 dezembro 2011
8 dezembro 201115Presseurop -
Debate: Olhem para trás, Lucas e Mario
15 novembro 201142510 Financial Times Londres -
Editorial: TINA no comando
4 novembro 2011552Presseurop -
Editorial: Tem-te maria, não caias
28 outubro 2011482Presseurop -
Zona Euro: A Finlândia vai pagar pela Grécia
5 outubro 20111PresseuropHelsingin Sanomat -
Roménia: Nokia ausenta-se por causa da Apple
30 setembro 2011PresseuropAdevărul -
Finlândia : Helsínquia diz sim ao fundo de emergência europeu
29 setembro 2011PresseuropHelsingin Sanomat -
Editorial: Fronteiras maleáveis
23 setembro 201124Presseurop -
Juventude: Jovens europeus: precários a tempo inteiro
15 setembro 20119664 Polityka Varsóvia -
Crise da dívida: Helsínquia calculou mal
26 agosto 2011727 Helsingin Sanomat Helsinquia -
Crise da Zona Euro: Finlândia desestabiliza planos de resgate
19 agosto 20111PresseuropDe Volkskrant -
Finlândia : Governo de compromisso para Katainen
23 junho 2011PresseuropLapin Kansa -
Finlândia : A Nokia não responde mais
22 junho 2011751 Helsingin Sanomat Helsinquia -
União Europeia: Indústria nuclear ainda se porta bem
21 junho 20111PresseuropLa Tribune -
Ficção política: Ousemos a Europa 2.0!
30 maio 20112467 Die Welt Berlim -
Debate: O populismo transatlântico
6 maio 20111444 De Morgen Bruxelas -
Debate: Indignos de nós mesmos!
22 abril 20113556 De Morgen Bruxelas -
Editorial: Teste democrático
22 abril 2011442Presseurop -
Populismo: A bela primavera dos eurocéticos
19 abril 20118911 Berliner Zeitung Berlim -
Filnândia: Que poder tem o Verdadeiros Finlandeses?
18 abril 2011723 Aamulehti Tampere -
Zona euro: Destino dos planos de resgate nas mãos dos finlandeses
15 abril 20112PresseuropFinancial Times Deutschland, Financial Times Deutschland -
Urbanismo: Viver debaixo de terra, para viver feliz
14 abril 20112811 Polityka Varsóvia -
Extrema-direita: Timo Soini, verdadeiro finlandês, falso gentil
10 março 2011153 Fokus Estocolmo -
Estónia: Na Europa, mas a que preço?
26 janeiro 2011633 Postimees Talin -
Classificação PISA: Na Finlândia também há maus estudantes
8 dezembro 2010PresseuropAamulehti -
Alianças: Os países nórdicos cerram fileiras
7 dezembro 201073 euobserver.com Bruxelas -
Extrema-direita: O contágio do medo
21 setembro 2010907 La Stampa Turim -
Energia nuclear: O grande bluff atómico
13 abril 20101785 Internazionale Roma -
Agências europeias: Demasiadas, demasiado caras, demasiado tudo!
24 março 2010La Tribune Paris -
Ambiente: A grande limpeza do Báltico
11 fevereiro 2010PresseuropHelsingin Sanomat -
Racismo: Ciganos são os mais discriminados da União
10 dezembro 20092PresseuropIrish Examiner
- 1 of 2
- next
Milhares de toneladas de armas químicas submersas depois da Segunda Guerra Mundial, representam um perigo mortal para o homem e para o ambiente. Corroídos pela ferrugem, obuses e outras munições que estão debaixo de água ameaçam libertar, a qualquer momento, o seu coquetel envenenado, avisa um jornalista polaco.
O grande vencedor das eleições italianas é frequentemente qualificado de populista. Mas, na Europa, essa categoria política um tanto vaga abrange perfis bastante diferentes, recorda o historiador belga Marnix Beyen.
Apesar dos alertas de que o eleitorado europeu, frustrado pelo declínio económico e a austeridade, irá cair nos braços de eurofóbicos, extremistas anti-imigrantes, este continua a apoiar uma política moderada.
Há vinte anos, o estouro da bolha imobiliária abalou as finanças públicas suecas. Mas, em vez de impor medidas radicais de austeridade, os suecos aguentaram-se um grande défice orçamental até saldarem a dívida privada.
Num continente onde as questões linguísticas são, por vezes, fonte de tensões nacionais, os meios de comunicação minoritários desempenham um papel desconhecido, mas importante.
A chegada de um Governo tecnocrata à Grécia e a Itália pode acalmar o nervosismo dos mercados, mas também pode ser um incentivo para os partidos populistas que apontam o défice democrático no seio da UE, argumenta Gideon Rachman.
A crise favorece o desenvolvimento de uma nova classe social emergente na Europa. Batizada como “o precariado” pelos sociólogos, é composta por jovens sem perspetiva de emprego certo e de uma vida decente.
Ao pedir à Grécia para garantir o empréstimo que irá receber como ajuda para restabelecer as suas finanças, a Finlândia abre um perigoso precedente na Europa por questões meramente eleitorais, critica o Helsingin Sanomat.
Fonte de orgulho nacional, o fabricante de telemóveis corre presentemente o risco de ter que enfrentar a concorrência. Em causa está um atraso tecnológico que acabou por se repercutir por todo o país e por se tornar uma desvantagem.
Desenha-se uma nova Europa, em consequência da crise: no Norte, as ricas regiões industriais aliadas aos países do arco alpino; no Sul, uma confederação mediterrânica de mais de 100 milhões de habitantes. Se se reinventar segundo este esquema, a União vai portar-se melhor, escreve o sociólogo alemão Gunnar Heinsohn.
O aparecimento de partidos populistas no nosso continente parece fazer eco do sucesso do Tea Party nos Estados Unidos. Os dois movimentos não partilham a mesma história, explica o correspondente do Morgen em Boston. Mesmo que o resultado seja o mesmo: os governos arriscam-se a ficar paralisados.
De onde vem esta atmosfera nefasta que se abate sobre a Europa? Ao fecho dos cidadãos sobre si mesmos, os dirigentes respondem com um comportamento irresponsável. Resultado: a ideia europeia torna-se um escândalo. O grito de alerta de um cronista belga.
O resultado do Verdadeiros Finlandeses, a 17 de abril, foi a última manifestação: por toda a Europa, os eurocéticos estão cada vez mais virulentos e a sua retórica bem cimentada permite-lhes fazerem-se entender tanto à escala nacional como europeia.
Os 19% obtidos pelo partido populista de Timo Soini, a 17 de abril, são um sismo na política nacional e uma preocupação para os europeus. Mas vai ter de negociar para impor as suas ideias e precisa de se manter unido. O que não acontece por si só, observa o diário Aamulehti.
Na Escandinávia, na costa oriental do Báltico e nos estreitos a ocidente, constrói-se de tudo debaixo do solo: estradas, túneis e até grandes centros comerciais, para espanto do semanário Polityka.
A dois meses das eleições legislativas, o líder populista, anti-imigração e anti-UE, sobe nas sondagens. Tirando partido de uma imagem simpática, volta a pôr em causa o sistema político do seu país.
Com a adoção do euro, a 1 de janeiro, a Estónia tornou-se o mais “ocidental” dos países nórdicos: ao mesmo tempo membro da NATO, da UE e da zona euro. Mas, no seu esforço para se juntar à Europa, o país desenvolveu reflexos que evocam esse mesmo passado soviético que quer apagar.
À medida que o mundo se torna maior e a corrida aos recursos submersos pelo Ártico se intensifica, os países mais a Norte da Europa estabelecem uma causa comum.
A afirmação do partido Democratas da Suécia (DS) nas legislativas de 19 de setembro não é um caso isolado. Em todas as sociedades do norte da Europa, outrora admiradas pela sua abertura e pela sua coesão, a desconfiança em relação à imigração dá força aos partidos abertamente xenófobos.
Atrasos, custos inflacionados, erros de construção: o novo reactor de Olkiluoto, na Finlândia, devia ser o florão da indústria nuclear europeia, mas concentra defeitos e põe em causa o futuro do ramo.
Imigração, pescas, OGM... são 28 as agências destinadas a tratar dos assuntos comunitários junto dos cidadãos. No entanto, são muito caras e, muitas vezes, mal geridas. Uma tendência a que Bruxelas gostava de pôr cobro.