Argélia
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Itália-Argélia: ‘Piazza Affari cai com a Saipem’
31 janeiro 201316PresseuropIl Sole-24 Ore -
Guerra no Mali: “O Ocidente deixa a Argélia atuar”
21 janeiro 201327 4PresseuropTrouw -
Guerra no Mali: A mão invisível da Europa
18 janeiro 2013185 23 La Tribune Paris -
Guerra no Mali: “Britânicos morrem durante resgate mal feito”
18 janeiro 201317PresseuropThe Daily Telegraph -
Guerra no Mali: “Reféns: desenlace sangrento”
18 janeiro 201317PresseuropLibération -
Guerra no Mali: “Islamitas respondem na Argélia”
17 janeiro 201320PresseuropLe Figaro -
Argélia: Tempestade no deserto: Islamitas levam guerra do Mali para a Argélia
17 janeiro 201334 1PresseuropThe Independent -
Guerra no Mali: “13 noruegueses feitos reféns. Islamita notório pode estar por trás. Ministro dos Negócios Estrangeiros envia equipa de crise”
17 janeiro 2013PresseuropAftenposten -
Primeiras páginas de hoje: 19 dezembro 2012
19 dezembro 201211PresseuropTa Nea, Lidové noviny , El Periódico de Catalunya & 4 outros -
Visto do Magrebe: A Europa já não faz sonhar
20 junho 2012167 12 Slate Afrique Paris -
França: A longa história de um massacre esquecido
17 outubro 2011574 10 Le Monde Paris -
Diplomacia: Cinco mil milhões para ajuda às revoluções árabes
26 maio 201128PresseuropEl País -
UE-Líbia: Peste ou cólera, a última chantagem de Kadhafi
22 fevereiro 2011373 Presseurop -
Revoluções árabes: O que a Europa pode realmente esperar
21 fevereiro 2011163 1 El País Madrid -
Charb: Eles estão a chegar!
16 fevereiro 2011100 Charlie Hebdo Paris -
França-Tunísia: Uma Paris insuficientemente revolucionária
18 janeiro 201171 1 Presseurop -
UE-Magrebe: Acontecimentos tão previsíveis...
10 janeiro 2011207 Le Soir Bruxelas -
União para o Mediterrâneo: O fim do sonho
23 setembro 201055 El País Madrid -
Energia renovável: África pode produzir electricidade para a UE
25 agosto 200953 The Independent Londres -
Religião: A islamização europeia está a amansar
29 julho 200982 2 The Observer Londres -
Cooperação: União para o Mediterrâneo: um ano pouco produtivo
13 julho 200911 1 El País Madrid
Uma semana após o lançamento das operações contra os islamitas que controlam o Norte do Mali, as tropas francesas continuam a ser as únicas forças ocidentais no terreno. Mas os Vinte e Sete, que renunciaram a uma capacidade militar comum, estão presentes mais discretamente, noutras frentes.
Há 50 anos, cerca de 100 a 200 argelinos que se manifestavam pacificamente em Paris foram assassinados pelas forças policiais. Ocultado durante muito tempo pelo poder, este 17 de outubro de 1961 integra progressivamente a memória coletiva.
A repressão sangrenta do povo líbio pelo regime de Kadhafi agrava o problema da Europa perante os movimentos de revolta árabes, refere a imprensa europeia, que defende uma ação concreta e coordenada.
Terrorismo, imigração, economia: para os europeus, a vaga de revoltas que agita o mundo árabe vem carregada de perigos mais ou menos reais. O jornal El País tentou separar o verdadeiro do falso.
Ultrapassado pelos acontecimentos, tardio no apoio aos democratas, o Governo francês deu sinais de estar com o regime de Ben Ali até ao fim. Hoje, tem grande dificuldade em justificar a sua posição.
Ao apoiar os governos do Norte de África, apesar da corrupção, do nepotismo e da violação dos Direitos Humanos, a UE é, em parte, responsável pelo descontentamento a que se tem assistido recentemente na Tunísia e na Argélia. Está na altura de a Europa apoiar uma nova classe política que esteja, finalmente, ao serviço dos cidadãos, afirma um comentador do Soir.
O entusiasmo que acompanhou o lançamento da União para o Mediterrâneo perdeu-se. Segundo o intelectual francês Sami Naïr, o que está em causa é a ausência de um projeto sério.
Nas últimas semanas, foram lançados dois enormes projectos de geração de energia. Um pretende alimentar a maior captação solar a nível mundial, o outro a maior barragem hidroeléctrica do planeta. Apesar de situados em África, ambos se destinam a exportar electricidade para a Europa. The Independent pesa os prós e contras de dois projectos ambiciosos, que, de acordo com muitos críticos, têm contornos coloniais de apropriação da energia.
Depois dos ataques bombistas em Londres e Madrid, os prognósticos de que o Islão estava a entrar numa fase radical e violenta multiplicaram-se na imprensa escrita e na Internet. Viria contudo a revelar-se que estas previsões terríveis de uma "islamização" iminente da Europa tinham pouco fundamento, relata o Observer.
Lançada por Nicolas Sarkozy há um ano, a União para o Mar Mediterrâneo está difícil de se concretizar, por causa das divergências entre os seus parceiros e do conflito israelo-palestiniano. A análise do politólogo espanhol Ignacio Sotelo.